Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 25 de outubro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Infraestrutura

Alterada em 25/10 às 17h02min

Governo inclui 13 aeroportos em lista de privatização, mas retira Congonhas

Concessão do aeroporto paulista foi vetada pelo PR, que comanda Ministério dos Transportes

Concessão do aeroporto paulista foi vetada pelo PR, que comanda Ministério dos Transportes


YASUYOSHI CHIBA/AFP/JC
Folhapress
O governo federal incluiu mais 13 aeroportos no programa de desestatização, que deverão ser concedidos à iniciativa privada, mas deixou de fora o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, de acordo com decreto presidencial publicado nesta quarta-feira (25) no "Diário Oficial da União".
A concessão de Congonhas renderia ao governo uma arrecadação de outorga de pelo menos R$ 5,6 bilhões, mas por pressão do Partido da República (PR), que comanda o Ministério dos Transportes e a Infraero, o governo pisou no freio no processo de concessão do terminal.
O governo incluiu na lista para futura concessão os aeroportos de Vitória (ES), Recife (PE), Aracaju (SE), Maceió (AL), Macaé (RJ), Juazeiro do Norte (CE); Campina Grande e Bayeux, na Paraíba; e Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop, Alta Floresta e Barra do Garças, todos em Mato Grosso. "Os aeroportos poderão ser concedidos individualmente ou em blocos, conforme decisão que será subsidiada pelos estudos de modelagem da desestatização", de acordo com o decreto presidencial.
Na sexta-feira (20), o Ministério dos Transportes confirmou que a concessão de Congonhas, que tinha sido incluída na lista inicial das concessões, estava sendo reavaliada, alegando razões técnicas e temores sobre a sustentabilidade financeira da Infraero sem um dos seus principais aeroportos.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia