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Porto Alegre, domingo, 22 de outubro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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Indústria

Notícia da edição impressa de 23/10/2017. Alterada em 22/10 às 23h03min

Marfrig avança no espaço aberto pela JBS no mercado

Secco diz que expansão é anterior aos eventos que abalaram os principais concorrentes

Secco diz que expansão é anterior aos eventos que abalaram os principais concorrentes


WALMART/DIVULGAÇÃO/JC
Em 2015, a Marfrig, segunda maior empresa do setor de carnes no País, fez um plano: iria encolher para voltar a crescer apenas lá por 2018. Mas a Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, que abalou seus concorrentes, e a crise na JBS anteciparam seu projeto. Enquanto outras empresas encolheram, a Marfrig acaba de reabrir cinco frigoríficos para praticamente dobrar sua produção.
A Marfrig, que é dona de marcas de carnes como Bassi e Montana, voltou a operar nos municípios de Nova Xavantina (MT), Pirenópolis (GO), Paranaíba (MS), Alegrete (RS) e Ji-Paraná (RO). A companhia começou 2017 com capacidade de abate de 170 mil cabeças de gado por mês. Com a expansão, calcula que terminará o ano com capacidade de 300 mil cabeças por mês. A estimativa de geração de empregos é de 4,5 mil vagas.
Além das novas unidades, a empresa decidiu abrir um segundo turno de operação da unidade de Mineiros (GO) e concluiu, na quinta-feira, o arrendamento de um frigorífico em Pontes e Lacerda (MT), ainda sem prazo de abertura definido. O presidente da companhia, Martin Secco, diz que o atual projeto de expansão é anterior aos eventos que abalaram seus principais concorrentes neste ano.
Parte da ampliação de capacidade corresponde a um resgate de cinco fábricas que haviam sido fechadas em 2015, num momento de baixa oferta de gado. A reabertura era projetada inicialmente para o final deste ano ou para 2018. Mas, com o cenário que surpreendeu o mercado em 2017, os planos se anteciparam, permitindo uma reabertura em 90 dias, tempo considerado recorde. 
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