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Porto Alegre, terça-feira, 17 de outubro de 2017. Atualizado às 22h41.

Jornal do Comércio

Economia

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Indústria

Notícia da edição impressa de 18/10/2017. Alterada em 17/10 às 22h14min

Instituto Sustenplást é lançado em Porto Alegre

Entidade vai conscientizar a comunidade sobre a importância da logística reversa e do descarte adequado

Entidade vai conscientizar a comunidade sobre a importância da logística reversa e do descarte adequado


/ADRIANA KUHN/DIVULGAÇÃO/JC
Jefferson Klein
O lançamento oficial do Instituto Sustenplást ocorreu na manhã de ontem, na Fiergs, na capital gaúcha. A entidade busca conscientizar comunidades, órgãos públicos, empresas e a sociedade em geral quanto à importância da economia circular, da logística reversa e da reciclagem com o descarte adequado e responsável pós-uso dos materiais plásticos.
O presidente do Instituto Sustenplást, Alfredo Schmitt, acrescenta que outro objetivo é reforçar o conceito dos "4 Rs" - reduzir, reutilizar, reciclar e reeducar. O empresário adianta que o instituto expandirá iniciativas educativas e ambientais, que hoje já são realizadas pela indústria de transformação de plástico. "Ações que existiam isoladas dentro do sindicato (Sinplast) passam para dentro do Instituto Sustenplást", comenta o dirigente. Entre essas atividades, Schmitt cita o Congresso Brasileiro do Plástico e o programa Tampinha Legal.
O Congresso Brasileiro do Plástico, cuja terceira edição acontecerá nos dias 15 e 16 de outubro de 2018, em Porto Alegre, foca em mostrar os mais variados ângulos sobre o plástico. O Tampinha Legal, por sua vez, é uma iniciativa socioambiental de caráter educativo lançada há um ano, também na capital gaúcha. Trata-se de uma rede que engaja entidades assistenciais e a indústria do plástico na coleta de todos os tipos de tampas plásticas.
Em 12 meses, arrecadou cerca de 20 toneladas de tampinhas de plástico, que se traduziram em R$ 40 mil às entidades assistenciais participantes.
A estrutura física do Instituto Sustenplást funcionará junto à sede do Sinplast, na Fiergs. Além de Schmitt, a diretoria é composta pelos industriais Edilson Deitos, como vice-presidente, e José Henrique Hoffmann, Luiz Felipe Willig e Gerson Haas, como conselheiros fiscais.

Vendas de produtos siderúrgicos ao Brasil estão estáveis

A produção de aço bruto acumulada de janeiro até setembro de 2017 foi de 25,5 milhões de toneladas, o que equivale a uma elevação de 9,1% quando comparada com o ocorrido no mesmo período de 2016. A produção de laminados foi de 16,6 milhões de toneladas no mesmo período, um incremento de 4,7% frente ao acumulado nos nove primeiros meses de 2016.
As vendas internas somaram 12,6 milhões de toneladas no acumulado até setembro, o que representa um acréscimo de 0,2% em relação ao mesmo período acumulado de 2016. O consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos foi de 14,4 milhões de toneladas de janeiro a setembro de 2017. Comparando com o mesmo período do ano anterior, o crescimento foi de 5,0%.
As importações cresceram 56,8% no acumulado dos nove primeiros meses em 2017 comparativamente ao mesmo período do ano anterior, totalizando 1,8 milhão de toneladas. Esse volume resultou em US$ 1,7 bilhão de importação, uma alta de 44,4% na mesma base de comparação.
As exportações foram de 11,0 milhões de toneladas, ou US$ 5,6 bilhões no acumulado do ano até setembro, o que significa expansão de 9,3% em volume e de 36,0% em valor frente ao mesmo período de 2016. Os indicadores de produção e exportação no acumulado do ano de 2017 são impactados positivamente pelo fato de a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) ter iniciado suas operações somente no segundo semestre de 2016. Por isso, a inexistência de dados da CSP no primeiro semestre de 2016 mantém a base de comparação baixa ao comparar com o período de 2017, criando distorções que vão desaparecer somente a partir de janeiro de 2018.
Portanto, ao retirar a CSP da base de comparação do acumulado de janeiro a setembro de 2017 frente ao mesmo período do ano anterior, a produção de aço bruto cresce apenas 3,5% (e não 9,1%), e as exportações em quantum recuam 8,1% ao invés de crescerem 9,3% no mesmo período.
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