Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 05 de outubro de 2017. Atualizado às 00h01.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Energia

Notícia da edição impressa de 05/10/2017. Alterada em 04/10 às 20h51min

Mercado de GLP terá alta tímida, de 0,5% a 1%, aponta Sindigás

Botijão de 13 quilos custa atualmente R$ 63,26 em Porto Alegre

Botijão de 13 quilos custa atualmente R$ 63,26 em Porto Alegre


/PEDRO VENTURA/ABR/JC
Jefferson Klein
As vendas do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o popular gás de cozinha, um termômetro da economia brasileira, devem fechar o ano com um pequeno crescimento. A estimativa do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) é que o mercado desse combustível aumente de 0,5% a 1%. Em 2016, a comercialização de GLP totalizou cerca de 7,4 milhões de toneladas.
O gerente técnico do Sindigás, Adriano Horta Loureiro, comenta que o setor como um todo (residencial, comercial e industrial) está crescendo por volta de 0,5% no acumulado do ano, até agosto; e, nos últimos 12 meses, esse incremento é de 1,2%. O Rio Grande do Sul teve um desempenho semelhante ao nacional nos mesmos períodos. Um fator que modificou o segmento em 2017 foi a nova política de preços adotada pela Petrobras para o GLP, acompanhando mais prontamente as flutuações de valores do mercado internacional. Apesar de a estatal ter tomado essa medida, o Sindigás calcula que o preço do produto destinado a embalagens até 13 quilos está cerca de 15% abaixo da paridade de importação, o que inibe investimentos privados em infraestrutura no setor de abastecimento.
Loureiro salienta que se trata de uma política nova, sendo que o mercado brasileiro estava acostumado com um preço subsidiado pela Petrobras. O gerente do Sindigás ressalta que, atualmente, os preços têm se elevado, porém existe a perspectiva de futuramente haver queda nos custos e que essa redução também seja repassada ao consumidor. Em Porto Alegre, de acordo com o levantamento mais recente da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do botijão de 13 quilos é de R$ 63,26.
O Sindigás promoveu ontem, na capital gaúcha, na Ilha da Pintada, a campanha educativa "Botijão Seguro". O objetivo era esclarecer os consumidores que os equipamentos estando em perfeitas condições, o uso do gás é seguro. Loureiro alerta que um ponto fundamental é a verificação da data de validade da mangueira e do regulador da instalação, que devem ser substituídos a cada cinco anos.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia