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Porto Alegre, terça-feira, 03 de outubro de 2017. Atualizado às 08h15.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 03/10 às 08h16min

Petróleo opera em leve baixa, com menor fôlego após avanços recentes

Os preços do petróleo recuam nesta terça-feira (3), após altas recentes que levaram o Brent à máxima em dois anos perderem fôlego. Mesmo após uma sessão negativa ontem, os contratos não mostram uma reação, ao menos por ora.
Às 7h57min (de Brasília), o petróleo WTI para novembro caía 0,08%, a US$ 50,55 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para dezembro tinha baixa de 0,07%, a US$ 56,08 o barril, na ICE.
Os preços da commodity avançaram em setembro em reação a projeções que apontaram para uma oferta mais restrita. Posteriormente, porém, reverteram ganhos e caíram mais de 5% na semana passada.
"O que sempre preocupa o mercado é que, quando o preço sobe, o mundo produz mais e os preços são limitados", comentou Richard Fullarton, fundador do fundo de hedge sediado em Londres Matilda Capital Management.
Agora, investidores observam os sinais da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) para saber se haverá uma extensão no acordo para corte na oferta, inicialmente previsto para expirar em março de 2018. "Uma decisão inteligente da Opep seria manter os cortes em vigor por mais tempo que o esperado pelas pessoas, para criar uma nova base para os preços do petróleo", afirmou Fullarton.
Há ainda dúvidas sobre se os membros da Opep aderem às cotas, o que poderia ser mais problemático se os preços sobem, afirmaram analistas.
No fim da semana passada, analistas consultados pela Reuters previram que a produção da Opep em setembro foi de 32,86 milhões de barris por dia, alta ante o mês passado e acima do limite de produção, o que indica uma queda no nível de cumprimento do acordo entre seus membros. "É possível concluir que, a menos que a Opep se aproxime de sua meta original de produção para seus 14 membros de pouco menos de 32 milhões de barris por dia, o reequilíbrio sofrerá um revés importante e possivelmente prolongado", afirmou Tamas Varga, analista da corretora PVM. 
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