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Porto Alegre, terça-feira, 12 de setembro de 2017. Atualizado às 13h06.

Jornal do Comércio

Política

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câmara de porto alegre

Notícia da edição impressa de 12/09/2017. Alterada em 11/09 às 22h17min

Vereadores divergem sobre fim de exposição queer

O fechamento da exposição QueerMuseu no Santander Cultural neste domingo, consequência de protestos de indivíduos e grupos religiosos com apoio do Movimento Brasil Livre (MBL), teve repercussão na sessão desta segunda-feira no plenário da Câmara de Porto Alegre.
O discurso mais contundente veio de João Carlos Nedel (PP). Católico praticante, o vereador afirmou que a QueerMuseu "não era uma exposição da diferença e sim uma perseguição religiosa e cultural". De acordo com Nedel, a função da arte é promover o bem e estimular a evolução do pensamento. "Quando uma obra criada provoca mal, deixa de ser arte para ser ofensa", disse Nedel, categórico. "É muito grave a utilização de hóstias com órgãos genitais e termos sexuais escritos nelas."
Já a vereadora Fernanda Melchionna (PSOL) defendeu a exposição, e comparou a posição dos vereadores mais conservadores às ações de destruição de espaços históricos pelo Estado Islâmico e a queima de livros por grupos religiosos. "Eu faço essas considerações porque é preciso sair do pires que são algumas intervenções que me antecederam nesse plenário. Um pires, de tão rasas as coisas que ouvi aqui."
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Comentários
RENATO 12/09/2017 12h51min
Sou intolerante? Com pedófilos, certamente. Com quem defende, ainda que implicitamente, a pedofilia como mera diferença sexual, certamente. E você, ó ser bonzinho que finge estar a defender a liberdade de expressão, só vou levá-lo a sério quando vê-lo ensinando seu filho que pedofilia é apenas uma maneira diferente de viver a sexualidade e que um quadro pintado com dois homens currando uma cabra é lindo porque toda forma de amor seria válida. É você quem deve explicações aqui, não quem reage