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Porto Alegre, domingo, 17 de setembro de 2017. Atualizado às 22h08.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 18/09/2017. Alterada em 17/09 às 20h07min

Homens e seu alfabeto de relacionamentos

Luiz Eduardo Rochedo da Fontoura
Relacionamentos na pós-modernidade são extremamente complexos de lidar e de entender, o que serve para um, não serve para o outro, o que é relacionamento para um homem, pode não ser o suficiente para uma mulher e vice-versa. Existem relacionamentos a dois, a três, com homens, mulheres, homossexuais e transgêneros. Contudo, o fato de sempre querer ter um(a) companheiro(a) para a vida toda implica em uma série de opções e planos.
Os homens possuem os planos a, b, c, d, e por aí vai; entretanto, apaixonar-se pelo plano z é incrivelmente comum, devido a decepções com os primeiros casos. Os homens, em primeira mão, gostam de mulheres fogosas e bonitas, tentam unir o útil com o agradável. Mas, depois, com o tempo, percebem que seu sonho não foi realizado, pois a vida não quis assim, mesmo que este homem tenha muito dinheiro. Não era o destino dele. Contudo, é preciso que a mulher do plano z seja madura para aceitar, tenha certeza do que quer e dar o bote na hora certa.
Ainda, muitos almejam ser um casal como Brad Pitt e Angelina Jolie, mas isso é raro, a realidade, na verdade, é outra. A beleza da vida é unir as perfeições para tornar a vida alegre, bela e menos sofrível, chegando como comum acordo com a moral instaurada, longe de preconceitos, mas não é bem assim que funciona! O menos importante seria se despojar do belo, deixar que a beleza não importe muito, deixando em evidência o caráter e a moral do indivíduo, mas com a seleção natural darwiniana, há ainda desafios a serem reconhecidos. Teríamos que ser bonitos porque a mãe natureza seleciona os belos: os instintos da libido florescem para o desejo carnal e o acasalamento. Para superar isso, somente com a transcendentalidade acima da carne e a adesão de um caráter moral pelo lado espiritual.
Todo lado antropológico do homem é a luta da carne com uma moral da cristandade, sendo isso um objeto de estudo muito profundo. Cristo revelou que o amor só não pode ser então somente carnal e que é muito mais do que meramente desejo carnal. Ele vem de esferas de conversão à alma e ao espírito, como olhar o coração de uma pessoa, aceitá-la e ver seu caráter, seu jeito e como se comporta no mundo.
O filósofo conta que é preciso ter a maturidade de perceber que, nos relacionamentos, não é somente a carne que conta, mas sim o caráter, o coração e o modo de se posicionar no meio são o que mais conta para um relacionamento seguro, firme e duradouro. Segundo Luiz Eduardo, a forma física considerada bela para os padrões atuais atrai o plano a, b e c, nos quais as chances de um tombo acontecer são muito grandes.
Por isso, os últimos planos, na maioria das vezes, apresentam o conjunto da obra, a receita para uma relação tranquila e sólida.
Filósofo
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