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Porto Alegre, quinta-feira, 14 de setembro de 2017. Atualizado às 22h38.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 15/09/2017. Alterada em 14/09 às 20h41min

Queermuseu no Santander Cultural

José Maria Rodrigues de Vilhena
Reconheço, não estive de corpo presente na polêmica exposição Queermuseu no Santander Cultural. O que pude ver foi através das redes sociais.
Dentro daquilo que observei é impossível, para mim, referir como arte, antes, diria tratar-se de uma ação revolucionária contra a civilização dos princípios judaico-cristãos, atacando-a nos mais sublimes ensinamentos que o judaísmo e o cristianismo legaram à humanidade: ternura e respeito aos infantes, reverência à natureza e o sublime do humanismo.
Os meus olhos chocaram-se e minha alma envergonhou-se com obras incentivando a pedofilia, zoofilia, racismo e desprezo ao mestre do cristianismo. Uma aberração, escondida sob o manto da liberdade de expressão.
Pretensas intenções libertárias escondem táticas para destruir o sagrado e a base civilizante que é a família e os valores sublimes do comportamento humano. Sórdido golpe que utiliza como ferramentas o desequilíbrio pessoal de autores e a bandeira de grupos homossexuais. Conecta, insidiosamente, gays e lésbicas, com uma amoralidade que eles não possuem. Oportunismo covarde, usam pessoas e grupos sociais minoritários para destruir valores e nações.
A intenção subjacente é criar o conflito e a divisão a fim de estabelecer, mais facilmente, a ordem globalista totalitária. Como resultado histórico afirmativo, ficou evidente que a sociedade brasileira não mais está disposta a submeter-se às intenções de grupos manipuladores de opinião e aos burocratas insidiosos e silenciosos.
Aliança demonstrada na referida exposição, quando fica clara a conexão entre grupos financeiros, agentes doutrinadores e estrutura pública. Sirvam vosso veneno, mas não em nossa mesa.
Engenheiro e consultor
 
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