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Porto Alegre, domingo, 17 de setembro de 2017. Atualizado às 19h18.

Jornal do Comércio

Internacional

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TERRORISMO

Alterada em 17/09 às 19h21min

Segundo suspeito de atentado em metrô de Londres é detido

Policiais fizeram buscas neste domingo em uma casa em Stanwell, nos arredores de Londres

Policiais fizeram buscas neste domingo em uma casa em Stanwell, nos arredores de Londres


Daniel LEAL-OLIVAS/AFP/JC
Folhapress
Um segundo homem foi preso por suspeita de envolvimento com o ataque que feriu 30 pessoas no metrô de Londres na sexta-feira (15). Segundo a polícia britânica, o homem de 21 anos de idade foi detido antes da meia-noite de sábado (16), no subúrbio de Hounslow, na periferia oeste da capital da Inglaterra. Assim como o primeiro suspeito detido, ele não teve a identidade divulgada.
Na manhã de sábado, as autoridades já haviam prendido um suspeito de 18 anos, na região portuária de Dover, no sul do país. A polícia investiga se o jovem carregou e instalou a bomba caseira na estação de Parsons Green ou se ele desempenhou um papel de apoio ao atentado.
As duas prisões indicam que a polícia e os serviços de segurança britânicos acreditam que o ataque na estação Parsons Green foi parte de uma ação coordenada, e não realizado por uma única pessoa. A polícia ainda investiga se existem outros envolvidos com o caso.
Com a segunda prisão, autoridades britânicas reduziram o nível de ameaça terrorista de "crítico" para "grave", o que significa que a probabilidade de novas ações não é mais considerada imediata, mas sim "altamente provável".
O ataque – o quinto em seis meses no Reino Unido – foi reivindicado pelo grupo Estado Islâmico.
A ministra britânica do Interior, Amber Rudd, afirmou neste domingo que é "muito cedo" para saber se o primeiro suspeito detido já era conhecido das autoridades do país.
Na sexta, declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugerindo que a polícia poderia ter evitado o atentado irritaram a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, que afirmou que não era proveitoso que "qualquer um fizesse especulações".
Amber disse também que não há evidências de que o Estado Islâmico estava envolvido no ataque.
"É inevitável que o chamado Estado Islâmico tente assumir a responsabilidade. Não temos evidências que sugiram isso ainda", disse a ministra à BBC.
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