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Porto Alegre, sábado, 09 de setembro de 2017. Atualizado às 17h44.

Jornal do Comércio

Internacional

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alemanha

Alterada em 09/09 às 17h45min

Alemanha pede que benefícios a refugiados sejam padronizados na União Europeia

O ministro do Interior da Alemanha, Thomas de Maiziere, pediu neste sábado (9) para que os requerentes de asilo tenham benefícios padronizados em toda a União Europeia (UE), reduzindo assim a atratividade do país para imigrantes.
Ele disse também que os requerentes de asilo rejeitados na Alemanha podem atrasar sua deportação usando vários canais legais, "significativamente mais do que em outro lugar".
Mais de 1 milhão de pessoas vieram para a Alemanha como requerentes de asilo em 2015 e 2016. Maiziere disse que "os pagamentos para os refugiados são bastante elevados para os padrões da UE, o que faz com que a Alemanha se torne mais atrativa.
Enquanto isso, o governo de centro-direita da Dinamarca disse que quer tornar o sistema de cotas de refugiados da Organização das Nações Unidas (ONU) "flexível" para o país.
A ministro da Integração, Inger Stoejberg, disse que a Dinamarca aceitou cerca de 500 refugiados todos os anos desde 1989.
Stoejberg, considerada linha dura na imigração, disse que a Dinamarca "não quer SE comprometer" e "eu não acredito que temos espaço para refugiados na cota neste ano".
Segundo ela, a Dinamarca recebeu cerca de 56 mil solicitantes de asilo espontâneos desde 2012 e muitos deles devem tentar trazer parentes. Para ela, aqueles que já estão na Dinamarca devem ser integrados primeiro.
O Partido do povo dinamarquês antimigração, que apoia o governo, aprova a proposta de lei.
A Dinamarca recebeu cerca de 20 mil candidatos a asilo em 2015, um pequeno número comparado com seus vizinhos suecos e alemães.
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