Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 14 de setembro de 2017. Atualizado às 00h18.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

Saúde

Notícia da edição impressa de 14/09/2017. Alterada em 13/09 às 21h13min

Brasil enfrenta a pior cobertura vacinal dos últimos anos

A Campanha de Multivacinação lançada ontem pelo governo federal ocorre em um momento em que o País enfrenta a pior cobertura vacinal dos últimos dez anos. Conforme a pasta, 53% das crianças e dos adolescentes de até 15 anos estão com as carteiras de imunização desatualizadas. Entre as doenças com baixa cobertura, as que mais preocupam a pasta são a difteria e o sarampo. Além disso, 760 mil crianças que deveriam ter tomado a vacina BCG até um ano estão desprotegidas.
"Quando se observam os números gerais, a cobertura nacional parece boa. Mas, em alguns locais, algumas cidades, a cobertura está abaixo do que seria considerado ideal", disse a coordenadora do Programa de Imunização do Ministério da Saúde, Carla Domingues. Ao longo do tempo, esse fenômeno provoca um aumento significativo da população vulnerável, tornando mais forte o risco de epidemias.
A campanha vai até o dia 22 de setembro. Neste sábado, será feito em todo o País o Dia D, quando postos fixos e volantes estarão abertos, disponibilizando 15 tipos de vacinas.
Carla observou que os riscos de não tomar a vacina não podem ser descartados, sobretudo quando se leva em consideração o cenário internacional. Neste ano, por exemplo, foram registradas mortes por sarampo na Alemanha, em Portugal, na França, na Itália, na Bulgária e na Romênia. Além disso, 324 casos de difteria e oito de sarampo foram identificados na Venezuela.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia