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Porto Alegre, terça-feira, 26 de setembro de 2017. Atualizado às 08h14.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 26/09 às 08h16min

Cobre opera em alta, apoiado pelo salto de ontem do petróleo

O cobre opera em alta nesta terça-feira (26). O avanço de mais de 3% do petróleo ontem beneficia o metal, mesmo que hoje o preço do barril mostre certa fraqueza. Além disso, investidores aguardam um dado da China que sai mais tarde.
O cobre para três meses subia 0,46%, a US$ 6.492 a tonelada, na London Metal Exchange (LME), às 7h40min (de Brasília). Já o cobre para dezembro tinha alta de 0,39%, a US$ 2,9490 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), às 7h52min.
Ontem, o plebiscito no Curdistão, sinais da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e a cautela geopolítica impulsionaram o petróleo. Como as duas commodities são negociadas muitas vezes em cestas, com maior peso para o óleo, isso tende a apoiar o cobre.
Além disso, há expectativa pela divulgação do lucro industrial da China, às 22h30min (de Brasília). Os sinais da indústria chinesa são muito importantes para o mercado do cobre, já que o país é o maior consumidor do metal.
Estão ainda no radar os vários discursos desta terça-feira de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). O destaque é o pronunciamento da presidente do BC dos EUA, Janet Yellen, às 12h50. Qualquer novo sinal sobre a trajetória dos juros no país pode influir no dólar e, consequentemente, nos mercados das commodities. O dólar mais forte tende a pressionar o cobre, já que com isso ele fica mais caro para os detentores de outras moedas, o que reduz o apetite dos investidores.
Entre outros metais básicos negociados na LME, o zinco subia 0,48%, a US$ 3.131 a tonelada, o alumínio recuava 0,72%, a US$ 2.135 a tonelada, o estanho tinha alta de 0,02%, a US$ 20.710 a tonelada, o níquel caía 0,24%, a US$ 10.595 a tonelada, e o chumbo subia 0,20%, a US$ 2.489 a tonelada.
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