Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 26 de setembro de 2017. Atualizado às 08h05.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

Alterada em 26/09 às 08h07min

Temor com Coreia do Norte volta a pesar nas bolsas asiáticas

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta terça-feira (26), mais uma vez influenciadas por temores sobre um possível conflito armado na Península Coreana. Ações de tecnologia foram destaque negativo na região, reagindo ao fraco desempenho do setor ontem em Nova Iorque.
Ontem, a Coreia do Norte alegou que os EUA declararam guerra ao país e alertou que poderá derrubar aviões americanos para se defender, mesmo que as aeronaves estejam fora de seu espaço aéreo. Segundo o ministro das Relações Exteriores norte-coreano, Ri Yong-ho, a declaração de guerra veio em um tuíte postado pelo presidente Donald Trump no fim de semana, no qual ele se referiu ao ditador Kim Jong-un como "pequeno homem-foguete" e afirmou que seu regime não sobreviveria muito tempo.
A porta-voz da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, classificou de "absurda" a sugestão de que os EUA declararam guerra a Pyongyang.
O último episódio das tensões entre EUA e Coreia do Norte prejudicou o apetite por ativos considerados mais arriscados, como ações, e favoreceu investimentos tidos como mais seguros, caso do iene.
Com a valorização do iene ante o dólar durante a madrugada, o Nikkei caiu 0,33% hoje em Tóquio, a 20.330,19 pontos. Papéis de fabricantes de eletrônicos lideraram as perdas no mercado japonês.
No pregão de segunda-feira, o setor de tecnologia americano teve queda de mais de 1,4% em Wall Street, com um tombo de 4,5% do Facebook - o maior desde novembro do ano passado - e recuo de 0,9% da Apple, cujos novos iPhones têm atraído demanda mais fraca do que se previa.
Em Taiwan, o índice Taiex recuou 0,76% nesta terça, a 10.257,02 pontos, pressionado por ações de fornecedores da Apple e atingindo o menor nível em seis semanas. Já em Seul, o Kospi cedeu 0,26%, a 2.374,32 pontos, diante das ameaças de Pyongyang e em meio a uma queda de 3,7% da Samsung Electronics, o maior componente do índice sul-coreano. Na capital das Filipinas, Manila, o PSEi teve baixa de 0,90%, a 8.170,14 pontos.
Na China continental e em Hong Kong, porém, o dia foi de estabilidade. O Xangai Composto teve ligeiro ganho de 0,06%, a 3.343,58 pontos, após acumular perdas por três sessões consecutivas, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto ficou praticamente inalterado, a 1.964,03 pontos. O Hang Seng mostrou alta também marginal em Hong Kong, de 0,05%, a 27.513,01 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana seguiu o tom predominantemente negativo da Ásia e o índice S&P/ASX 200 caiu 0,22% em Sydney, a 5.671,00 pontos.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia