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Porto Alegre, sexta-feira, 22 de setembro de 2017. Atualizado às 16h59.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 22/09 às 17h05min

Após forte queda nas últimas sessões, juros futuros fecham perto da estabilidade

Os juros futuros encerraram a sessão regular próximas da estabilidade, com viés de baixa na ponta curta e de alta na parte mais longa. Após a intensa queda vista nos últimos dias, as taxas oscilaram pouco nesta sexta-feira de agenda local sem destaques.
No fim da sessão regular, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 terminou a 7,27%, mínima, de 7,30%, e a do DI para janeiro de 2020 ficou em 8,06%, de 8,05% no ajuste de quinta. A taxa do DI para janeiro de 2021 terminou em 8,73%, de 8,72%, e a do DI para janeiro de 2023 passou de 9,37% para 9,39%.
As taxas começaram o dia em queda, mas ainda pela manhã se deslocaram para perto dos ajustes, rondando aqueles patamares até o fim da sessão. O economista da BGC Liquidez Alfredo Barbutti afirma que o mercado passou o dia por uma acomodação, à espera de uma "nova onda de notícias" que possam estimular a montagem ou redução de posições. "Como o mercado fechou taxa nos últimos dias, é natural que haja uma parada no movimento", observou.
O alívio de prêmios intenso na curva nas sessões recentes foi embalado pela melhora na perspectiva de queda da inflação e da Selic, sobretudo após a divulgação do Relatório Trimestral de Inflação (RTI) e do IPCA-15 de setembro, na quinta-feira.
Nesta sexta à tarde, o Ministério do Planejamento divulgou o relatório bimestral de receitas e despesas, que prevê o descontingenciamento de R$ 12,824 bilhões de recursos. O ministro Dyogo Oliveira afirmou que o "alívio é muito pequeno" para os órgãos da administração pública e que qualquer novo recurso que entre nos cofres da União deve ser usado para liberar mais despesas, em vez de ajudar a melhorar o resultado primário deste ano.
Ainda, no documento, o governo reduziu a previsão de Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2017, de 3,7% no documento do segundo bimestre, para 3,5%, e manteve a estimativa de crescimento de 0,5% do PIB este ano. O relatório não chegou a influenciar as taxas futuras.
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