Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 18 de setembro de 2017. Atualizado às 21h22.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

agronegócios

Alterada em 18/09 às 21h24min

JBS perde R$ 955 milhões em valor de mercado após anúncio de novo presidente

Em mais um pregão com recorde histórico de pontuação do Ibovespa, as ações da JBS foram o destaque negativo da bolsa e registraram queda de 3,95% nesta segunda-feira (18), o que representa uma perda de R$ 955 milhões em valor de mercado para a empresa.
A desvalorização sofrida pelos papéis da processadora de carne ocorre no primeiro pregão após seu conselho de administração anunciar a escolha de José Batista Sobrinho, fundador da JBS e pai dos irmãos Wesley e Joesley Batista, para a presidência da companhia.
O Ibovespa, por sua vez, encerrou o pregão em alta de 0,31%, aos 75.990,40 pontos. Durante o dia, o indicador chegou a alcançar o patamar inédito de 76.403,57 pontos. Com o resultado de fechamento, a valorização da bolsa em setembro é de 7,28% - variação que já supera os 6,49% acumulados em todo o mês de agosto. No ano, a alta acumulada é de 26,17%.
A reação do mercado à notícia de que Zé Mineiro, como é conhecido o patriarca da família, assumirá o comando do frigorífico interrompe uma sequência de três pregões com variação positiva da ação da JBS, nos quais acumulou uma alta de 9,5%. Os ganhos consecutivos foram impulsionados pela expectativa de mudanças na administração, frustrada com o anúncio do substituto de Wesley.
Segundo a equipe de análise do BTG Pactual, a decisão do conselho de administração de alçar José Batista Sobrinho ao comando da JBS reitera a posição de controle da família e esvazia de sentido os recentes rumores sobre a possibilidade de uma venda de parte da companhia pelos Batista.
Outro ponto importante, avaliam os analistas, é o atraso na "tão esperada transição para uma gestão profissional".
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia