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Porto Alegre, sexta-feira, 08 de setembro de 2017. Atualizado às 19h39.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

08/09/2017 - 08h16min. Alterada em 08/09 às 08h16min

Cobre tem queda significativa após dados de importação da China

Os futuros de cobre operam em baixa significativa nesta manhã (8), após dados mostrarem que as importações chinesas do metal ficaram estáveis em agosto ante o mês anterior.
Por volta das 7h35min (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) caía 1,66%, a US$ 6.800,00 por tonelada, devolvendo ganhos acumulados ao longo de uma semana.
Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em dezembro recuava 1,67%, a US$ 3,0910 por libra-peso, às 7h55min (de Brasília).
O tombo do cobre nesta sexta-feira vem na esteira de três meses de forte valorização. Nesta semana, apostas de que o preço do metal subiria atingiram o maior nível desde 2004.
Embora as importações de cobre da China tenham subido na comparação anual de agosto, elas ficaram inalteradas em relação a julho, destacou o Commerzbank em nota enviada a clientes.
Os últimos números da balança comercial da China, maior consumidor mundial de metais básicos, mostraram ainda que as exportações totais avançaram menos que o esperado em agosto ante igual mês do ano passado, mas também apontaram um ganho maior do que o previsto nas importações gerais.
Entre outros metais na LME, as perdas eram generalizadas: o zinco cedia 1,53% no horário indicado acima, a US$ 3.086,00 por tonelada; enquanto o alumínio recuava 0,95%, a US$ 2.094,00 por tonelada; o estanho tinha baixa marginal de 0,02%, a US$ 20.750,00 por tonelada; o níquel diminuía 1,93%, a US$ 11.950,00 por tonelada; e o chumbo perdia 1,73%, a US$ 2.307,00 por tonelada.
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