Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 08 de setembro de 2017. Atualizado às 18h49.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 06/09/2017. Alterada em 05/09 às 21h23min

Ibovespa contém otimismo da manhã e fecha pregão estável

O desempenho negativo das bolsas de Nova Iorque e a revelação de um "bunker" do ex-ministro Geddel Vieira Lima com malas de dinheiro interromperam um momento de euforia do mercado de ações nesta terça-feira. Pela manhã, o Índice Bovespa chegou a subir 1,46%, fechando a terça-feira praticamente estável ( 0,03%), aos 72.105 pontos. Os negócios somaram R$ 10,939 bilhões.
A alta significativa dos preços do petróleo no mercado internacional impulsionou os papéis da Petrobras, que terminaram o dia com ganhos de 0,88% (ON) e 1,69% (PN). As ações da JBS caíram 8,28% e lideraram as perdas do Ibovespa.
O dólar rompeu o importante patamar dos R$ 3,12 e fechou cotado a R$ 3,1167, menor nível em pouco mais de um mês.
Bolsa

Mercado aguarda decisão sobre Selic

O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central (BC) iniciou, nesta terça-feira, a sua sexta reunião do ano sobre a taxa básica de juros, a Selic. O encontro se encerra nesta quarta-feira com a expectativa de nova redução no valor. 
Instituições financeiras consultadas pelo BC esperam por mais um corte de 1 ponto percentual nos atuais 9,25% ao ano para 8,25%. Neste ano, o Copom tem mais duas reuniões em outubro e dezembro. Para o mercado financeiro, a Selic continuará a ser reduzida e encerrará 2017 em 7,25% ao ano. A taxa vem tendo cortes desde outubro do ano passado, quando passou de 14,25% para 14% ao ano.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia