Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 29 de agosto de 2017. Atualizado às 23h22.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

Venezuela

Notícia da edição impressa de 30/08/2017. Alterada em 29/08 às 19h41min

Procuradora diz que Maduro contratou assassinos para matá-la

A procuradora-geral destituída da Venezuela, Luisa Ortega Diaz, afirmou que o governo do presidente Nicolás Maduro tentou contratar pessoas para matá-la. Luisa estava na Costa Rica para entrar com uma queixa na Comissão Interamericana dos Direitos Humanos contra o governo de seu país.
"Eu tenho a informação de que a perseguição contra mim continua, e que o governo contratou assassinos para me matar", disse Luisa em uma coletiva de imprensa ao lado do procurador-geral da Costa Rica, Jorge Chavarria. "Eu não posso voltar, eles me colocarão na cadeia, desaparecerão comigo, me torturarão", disse. "Fizeram duas buscas na minha casa e perseguiram minha família."
A procuradora rompeu com o governo venezuelano no começo do ano, e a Assembleia Constituinte, instaurada em 4 de agosto, a removeu de seu cargo. De Caracas, fugiu para a Colômbia, onde conseguiu asilo político.
Na semana passada, ela prometeu entregar provas de que Maduro e outras autoridades estão envolvidos em corrupção. "Há um monte de autoridades envolvidas no caso da Odebrecht", disse Luisa. "O presidente Maduro pegou entre US$ 8 milhões e US$ 10 milhões em espécie do governo e deu para uma grande companhia."
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia