Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 24 de agosto de 2017. Atualizado às 16h52.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

Moradia

24/08/2017 - 10h23min. Alterada em 24/08 às 14h31min

Falta de local para famílias gera impasse em despejo de antigo hotel em Porto Alegre

Brigada Militar bloqueia rua dos Andradas no Centro de Porto Alegre

Brigada Militar bloqueia rua dos Andradas no Centro de Porto Alegre


Isabella Sander/Especial/JC
Isabella Sander
Impasse sobre o destino das famílias que estão no prédio do antigo Hotel Açores, no Centro de Porto Alegre, adia na manhã desta quinta-feira (24) o despejo dos ocupantes. A Brigada Militar está no local desde a madrugada e bloqueia a Rua dos Andradas, entre as ruas João Manoel e Caldas Júnior.  
Com isso, lojas, escritórios e restaurantes que funcionam na área estão fechados, pois as pessoas são impedidas pela BM de acessar a região. Segundo Patricia Couto, da Defensoria Pública, o Centro Vida, na região Norte da Capital, não teria condições de receber mais famílias. O governo estadual chegou a divulgar nota indicando o local, mas o Centro Vida receberá um evento até domingo e não poderá servir de alojamento.
Com o impasse, outras alternativas começam a ser cogitadas. A própria Brigada Militar ofereceu um espaço, localizado ao lado do Centro Vida, e a prefeitura da Capital propôs pagar aluguel social a 20 famílias. O valor é de R$ 500,00 mensais.
Isabella Sander/Especial/JC
Nas imediações do prédio, que foi ocupado em 4 de julho, integrantes de movimentos de moradia, apoiadores e dirigentes sindicais (foto) estão reunidos para avaliar como se resolverá a questão do local. Grupos também gritam palavras de ordem. Deputados estaduais tentam intermediar a negociação para a retirada. 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Miraldo Antoninho Ohse 24/08/2017 13h50min
Lamentável que não se tenha um local para alojar estas pessoas.nMais uma vez o cidadão que paga impostos e as empresas localizadas nas proximidades são prejudicados pela absoluta ineficiência do estado.nAntes de se colocar em prática uma operação desta envergadura, o mínimo que se espera é que haja um planejamento sobre sua execução e isto implicar em saber para onde transportar as famílias afetadas.nFica mais uma vez comprovada a falta de competência do executivo e do judiciário para realizar