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Porto Alegre, terça-feira, 29 de agosto de 2017. Atualizado às 20h43.

Jornal do Comércio

Economia

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Alterada em 29/08 às 20h46min

Relator de novas metas fiscais diz que houve inversão do acordo de votação

Para relator, a mudança das metas deve ser votada pelo plenário do Congresso Nacional apenas amanhã pela manhã

Para relator, a mudança das metas deve ser votada pelo plenário do Congresso Nacional apenas amanhã pela manhã


ALEX FERREIRA/AGÊNCIA CÂMARA/JC
Os parlamentares inverteram o acordo e a Comissão Mista de Orçamento (CMO) agora vai esperar o plenário do Congresso Nacional encerrar a apreciação dos vetos para só então iniciar a discussão do projeto que amplia a possibilidade de déficit fiscal para 2017 e 2018, informou nesta noite de terça-feira (29), o deputado Marcus Pestana (PSDB-MG), relator da proposta de mudança nos objetivos.
Antes, havia a previsão de que a sessão do Congresso seria interrompida para que a CMO votasse a mudança nas metas a partir das 17h30, mas a comissão não retomou até agora os trabalhos.
Dos 21 vetos que trancavam a pauta de votações do Congresso, 9 foram destacados e estão sendo votados um a um no plenário. Outros 12 são votados por meio de cédula com leitura eletrônica dos votos, o que acelera o processo. Na prática, faltam agora três votações de vetos.
A base do governo tem demorado para colocar parlamentares em número suficiente para votar os vetos, o que tem retardado os trabalhos e, consequentemente, atrasou a votação da mudança na meta fiscal. Pestana admitiu o clima de "letargia" entre os deputados e senadores, mas disse que não é possível "amarrar todo mundo no plenário". Ele atribuiu o problema à falta de consciência dos parlamentares sobre a gravidade da crise fiscal.
Na visão do relator, a mudança das metas deve ser votada pelo plenário do Congresso Nacional apenas amanhã pela manhã.
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