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Porto Alegre, segunda-feira, 14 de agosto de 2017. Atualizado às 22h37.

Jornal do Comércio

Economia

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Indústria

Notícia da edição impressa de 15/08/2017. Alterada em 14/08 às 20h52min

Falta de segurança já vitimou 30% das indústrias no Rio Grande do Sul

Gastos para melhorar a proteção representaram 0,54% do faturamento

Gastos para melhorar a proteção representaram 0,54% do faturamento


/ANTONIO PAZ/ARQUIVO/JC
Três em cada 10 indústrias do Rio Grande do Sul foram vítimas de roubo, furto ou vandalismo em 2016, e as perdas desses crimes para as empresas chegaram a 0,56% do faturamento bruto, cerca de R$ 1,1 bilhão. A conclusão está na Sondagem Industrial do RS Especial - Segurança, divulgada ontem pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). O levantamento aponta a falta de segurança como mais um dos entraves, componentes do Custo Brasil, que afetam o ambiente de negócios e a competitividade do setor.
Os industriais gaúchos perceberam uma piora na segurança nos últimos três anos com aumento deste tipo de crime, especialmente em canteiros de obras, estoques e armazéns. Para fazer frente a esta insegurança e melhorar a proteção, mais de sete, de cada 10 empresas (73,3%), usaram segurança privada no ano passado, o que representou gastos de 0,54% do faturamento. Para 72,4% dos empresários, a atual situação afeta os investimentos, que são essenciais para o aumento da produtividade e o crescimento do setor.
Outro ponto detectado na pesquisa divulgada pela Fiergs é que quase 60% das empresas gaúchas tinham algum tipo de seguro contra furto ou roubo em 2016. O custo médio do seguro chegou a 0,55% do faturamento bruto.
A Sondagem Industrial do RS é feita pela Fiergs em conjunto com Unidade de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Foram consultadas 290 indústrias extrativas, de transformação e de construção, sendo 77 pequenas, 107 médias e 106 grandes. O período de coleta de informações foi entre 3 e 17 de abril de 2017.
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