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Porto Alegre, segunda-feira, 14 de agosto de 2017. Atualizado às 10h57.

Jornal do Comércio

Economia

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Bancos

14/08/2017 - 10h34min. Alterada em 14/08 às 11h00min

Banrisul lucra R$ 367,5 milhões no primeiro semestre de 2017

Presidente do banco destacou ações para reduzir inadimplência, que caiu em 2017

Presidente do banco destacou ações para reduzir inadimplência, que caiu em 2017


PATRICIA COMUNELLO/ESPECIAL/JC
Patrícia Comunello
O Banrisul teve lucro líquido recorrente de R$ 367,5 milhões no primeiro semestre de 2017. O resultado ficou 5,7% abaixo do mesmo período de 2016. A rentabilidade anualizada sobre o patrimônio ficou em 11,6%. O patrimônio líquido chegou a R$ 6,6 bilhões, crescimento de R$ 157,5 milhões em um ano. Os ativos somam em junho o valor de R$ 70,5 bilhões, alta de 3,9% em relação a junho de 2016.
As receitas do banco em serviços e tarifas somaram R$ 839,4 milhões, frente R$ 828 milhões no primeiro semestre de 2016, com alta de 1,4%. Já a receita de operações de crédito e leasing ficaram em R$ 3,3 bilhões, queda de 2,9% frente ao período anterior de 2016 - que somou R$ 3,4 bilhões.     
A inadimplência ficou em 4,72% em junho, que reduz frente a 4,97% de março de 2017, trimestre anterior. O presidente do banco, Luiz Gonzaga Veras Mota diz que o trabalho é intenso para controlar e reduzir o indicador, com análise de pessoa física e jurídica. Mota projeta que em julho pode ter maior queda de inadimplência. "A grande depressão foi 2015 e 2016, a economia derrapou mesmo na curva", ilustrou o presidente. O banco gaúcho fez questão de destacar que o índice ficou abaixo de grandes banco privados.    
Nas operações com outros segmentos, a aposta é o mercado ascendente de busca de seguros e previdência. O segmento teve alta de 35,5%. No cartão de crédito, teve alta de 18,6% nas transações.  
O índice de eficiência subiu impulsionado pelo gasto de R$ 1,4 bilhão para compra da folha de salários do Estado. "É efeito desse investimento, que é intangível, pois envolve compra de ativo, mas vamos corrigir ao longo da curva. Se não tivesse feito isso, ficaria abaixo de 50%", observou Mota.  
Sobre conjuntura, Mota apontou o impacto do fator político, espera melhoria na busca de crédito. Mota comentou que o Dia dos Pais foi "tímido". Na Expointer, apesar de não citar metas de repasse de crédito, aposta em bons negócios. Em 2016, foram R$ 70 milhões, pode chegar a R$ 100 milhões. 
Sobre a estrutura e rede de agências, deve fechar quatro a cinco agências em Santa Catarina devido a desempenho aquém do esperado. São 30 agências no estado vizinho.
 
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