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Porto Alegre, sexta-feira, 11 de agosto de 2017. Atualizado às 10h22.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado financeiro

Alterada em 11/08 às 10h22min

Taxas futuras de juros têm mínimas com dólar após CPI dos EUA

As taxas futuras de juros bateram mínimas puxadas pelo dólar após o índice de inflação ao consumidor (CPI) dos Estados Unidos mais fraco que o esperado em julho. Nos primeiros negócios, os juros curtos e longos oscilaram perto dos ajustes anteriores, refletindo cautela com o cenário externo e fiscal local. O CPI americano subiu 0,1% em julho ante junho, ante previsão +0,2%; e o seu núcleo também avançou 0,1% em julho ante junho, ante previsão +0,2%.
Lá fora, permanecem as tensões geopolíticas entre EUA e Coreia do Norte e, aqui, as indefinições sobre o ajuste fiscal das contas públicas. O índice de volatilidade global (Vix) já atingiu nesta sexta-feira, 11, até 17,28 e, há pouco, operava em 17,01, informou a corretora Mirae.
Por volta das 9h40min, o DI para janeiro de 2018 estava a 8,160%, mínima, de 8,180% no ajuste da véspera. O DI para janeiro de 2019 a 8,07%, de 8,10% no ajuste de quinta. E o DI para janeiro de 2021 estava a 9,39%, na mínima, ante máxima em 9,46%, de 9,43% no ajuste de ontem. O dólar á vista caía 0,27%, aos R$ 3,1662 neste mesmo horário. O dólar futuro de setembro recuava 0,31%, aos R$ 3,1795.
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