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Porto Alegre, quarta-feira, 09 de agosto de 2017. Atualizado às 20h13.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado imobiliário

Notícia da edição impressa de 09/08/2017. Alterada em 09/08 às 20h17min

Cyrela Goldsztein finaliza Medplex Santana Norte

Segunda torre com 14 andares, consultórios, clínicas e operações máster, fica pronta até o início de 2018

Segunda torre com 14 andares, consultórios, clínicas e operações máster, fica pronta até o início de 2018


MARCELO G. RIBEIRO/MARCELO G. RIBEIRO/JC
Jefferson Klein
O Medplex Santana, centro de multisserviços na área da saúde da Cyrela Goldsztein localizado no bairro porto-alegrense de mesmo nome, celebrou ontem a entrega da sua primeira unidade. Foi finalizada a parte do projeto chamada de Medplex Santana Norte. Essa parcela do empreendimento é constituída por uma torre com 17 andares, com 187 consultórios e nove clínicas médicas e outra torre de 14 andares, com 154 salas comerciais. Também conta na base das duas torres operações como centro de diagnósticos por imagens e laboratório.
Depois dessa fase, até o começo do próximo ano, será agregado ao complexo o Medplex Santana Sul, que terá uma torre de 14 andares, com 250 consultórios, três clínicas e quatro operações máster. A estrutura inteira (Norte e Sul) absorverá um investimento de aproximadamente R$ 200 milhões. A iniciativa foi financiada pelo Santander e os consultórios e as salas já foram todos comercializados. O diretor de Novos Negócios e Incorporação da Cyrela Goldsztein, Ricardo Genro Jornada, destaca que foi possível apresentar o Medplex Santana Norte antes do prazo previsto, que era o final deste ano.
O executivo detalha que, a partir de agora, os médicos poderão montar seus consultórios para começar a trabalhar. "Eu diria que ao longo dos próximos 12 meses o Medplex Santana estará em constante adaptação para o uso de cada um", comenta. Jornada frisa que o complexo deverá contribuir para desafogar hospitais e melhorar a qualidade da saúde em Porto Alegre.
Uma das atrações do empreendimento é um hospital de curta permanência, que deverá estar pronto no começo do próximo ano. O espaço chamado de HCP, que possui 1,6 mil metros quadrados de área privativa, terá capacidade para realizar de 20 a 30 cirurgias por dia, que não sejam de alta complexidade e que os pacientes não precisem de um tempo mais longo para recuperação. A estrutura contará com 25 leitos para recuperação, outros 15 para pernoite, nove salas para cirurgias e três suítes para internação. Jornada salienta que cerca de 90% das cirurgias realizadas são eletivas, ou seja, que não são emergenciais e, portanto, podem ser marcadas com antecedência.
Além do Medplex Santana, a Cyrela Goldsztein está implementando o Medplex Eixo Norte, localizado no bairro Cristo Redentor, na capital gaúcha. O Eixo Norte, cujas vendas foram iniciadas no final do ano passado, tem 80% dos seus espaços já comercializados. O cronograma prevê a entrega desse empreendimento em cerca de 18 meses. Nessa iniciativa, o investimento previsto é em torno de R$ 100 milhões. Outros complexos Medplex estão sendo construídos em Belo Horizonte e Curitiba e os próximos projetos têm como alvos cidades como São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro.

Médicos propõe nova experiência com hospital no complexo

Blanc é o nome, e remete claro à cor ligada à ambiente de saúde. Mas o Blanc Medplex Hospital quer ser algo mais. A ideia é gerar nova experiência dos pacientes com um hospital que não terá o tamanho de grandes estabelecimentos, que marcam o cluster do setor na capital gaúcha, o maior polo de saúde do País.
Até porque o empreendimento vai ocupar o térreo do complexo e terá peculiaridades. Será focado em cirurgias de baixa e média complexidade, em áreas como cirurgia plástica, urologia, traumatologia, mastologia, vascular, otorrinolaringologia e até procedimentos gerais.
São dois sócios médicos e mais um investidor. O aporte é estimado em R$ 30 milhões. São cerca de 1,6 mil metros quadrados de área física, que deve estar pronta para começar a atender em fevereiro de 2018, diz um dos sócios, o cirurgião plástico Rodrigo Wobeto. "É um tipo de hospital que tem espaço para crescer no mercado. Aqui em Porto Alegre há muita carência de leitos para cirurgia. Médicos se formam e não têm onde operar", diz Wobeto. O Blanc vai atender pacientes de convênios e particulares e apenas procedimentos agendados, as chamadas cirurgias eletivas.
Os sócios garantem que já têm negociações firmados com operadoras e estão em tratativas para firmar contratos. Charles Berres, também plástico e sócio de Wobeto, destaca a ideia de atendimento diferenciado. "É um conceito muito disseminado nos Estado Unidos, e são procedimentos co poucos dias de permanência, por isso reduz ainda riscos de infecção". A ideia, diz Berres, é que os pacientes tenham uma outra experiência, como se fosse um serviço de hotelaria. Serão 25 leitos de recuperação e 15 de pernoite, além de oito salas de cirurgia.
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