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Porto Alegre, segunda-feira, 21 de agosto de 2017. Atualizado às 19h19.

Jornal do Comércio

Economia

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21/08/2017 - 19h12min. Alterada em 21/08 às 19h22min

Mais que barbearia, Club House quer ser uma 'segunda casa' para os clientes

Os sócios Gilson e Eliseu apostam no mercado gaúcho para consolidar a marca

Os sócios Gilson e Eliseu apostam no mercado gaúcho para consolidar a marca


JONATHAN HECKLER/JC
Bárbara Lima
Localizado em uma imponente casa na Avenida Protásio Alves, o Club House, inaugurado no dia 30 de junho, promete contribuir para a revitalização do bairro Petrópolis, em Porto Alegre. O lugar, que mistura barbearia, pub, espaço para o ‘dia do noivo’, sala de jogos, estúdio de tatuagem e coworking, pretende expandir ainda mais suas atividades com um estúdio musical e uma loja de marca própria, que abre as portas nesta quarta-feria (23).
Os proprietários Gilson Nogueira, formado em administração, e Eliseu Ferro, formado em direito, são os responsáveis pela iniciativa na Capital. Para Gilson, o público gaúcho é o mais exigente do Brasil e, por isso, os sócios apostaram no modelo de negócio em um mercado tão desafiador. A ideia é inovar o conceito de barbearia, criando um ambiente masculino que seja acolhedor e sirva de segunda casa para os clientes.
Com uma marca própria de produtos estéticos para cabelo e barba, o Club House oferece um pacote de “dia do noivo” pelo preço de R$ 700. Nesse serviço, estão incluídos barbearia, corte de cabelo, uma costureira para ajustes de última hora, bar particular e uma sala com vídeo-game, onde o noivo pode convidar amigos e padrinhos para compartilhar o momento.
Além disso, para quem quiser realizar eventos na casa, é possível locar o espaço do pub, no andar de baixo da casa, e aproveitar todos os outros cômodos como a sala de ‘board games’. Já o coworking, no último andar, custa cerca de R$ 15 por hora e reúne profissionais de várias áreas em uma sala sóbria, com móveis pretos e paredes cinzas.
O investimento do negócio, segundo Gilson, foi de R$ 1 milhão, e o retorno é esperado para os próximos três anos. A casa foi completamente reformada num estilo industrial e despojado, o que contrasta com a pegada “vintage” da maioria das barbearias da cidade. “O mundo evoluiu e as barbearias também. Respeitamos os métodos tradicionais como a toalha quente e a navalha, mas adaptamos o local para o homem moderno”, contou.
Apesar do alto valor investido, Nogueira afirmou que o clube pretende ser “coca-cola”, ou seja, alcançar indivíduos de diferentes gostos. “Eu não quero que o meu cliente veja que botamos suporte de cobre na iluminação, não quero que as pessoas pensem que isso é algo extremamente elitizado, é para todo mundo se sentir em casa e aproveitar”, disse.
O conceito do clube, no entanto, não para por aí. Conforme Gilson, a casa foi aproveitada em apenas 60% de sua capacidade. O público feminino, por sua vez, também será contemplado com um espaço para manicure. Já o terraço da casa será mais um local de confraternização que ainda não foi inaugurado.
O Club House, agora, se projeta para ser uma franquia em outros estados. “Nossa contabilidade, nosso marketing e nossa logística, com marca própria, são voltados para franquias. Queremos ganhar esse mercado e expandir”, concluiu Gilson.
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