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Porto Alegre, quinta-feira, 03 de agosto de 2017. Atualizado às 18h06.

Jornal do Comércio

Economia

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reforma da previdência

Alterada em 03/08 às 18h08min

'Expectativa é aprovar reforma da Previdência até outubro', diz Meirelles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, minimizou os votos favoráveis à denúncia contra o presidente Michel Temer na sessão da Câmara dos Deputados de quarta-feira (2), e informou que a expectativa do governo é aprovar até outubro a reforma da Previdência e até, no máximo, novembro a reforma tributária.
"A tributária vai depender de ela ser apresentada, mas claramente se espera que seja neste ano (...) A Previdência em outubro e a tributária idealmente até outubro, mas se for novembro também, tudo bem", afirmou o ministro ao ser questionado sobre o prazo da aprovação das reformas.
O placar da sessão que votou na quarta-feira a denúncia contra Temer, feita pela Procuradoria-Geral da República, mostrou apoio ao presidente suficiente para barrar o processo, mas não o bastante para aprovar matérias que dependem do apoio de dois terços do Congresso, caso da reforma da Previdência.
Meirelles avaliou, porém, que a sinalização dada na quarta pelos deputados não foi "necessariamente negativa", considerando que a rejeição ao governo não significa falta de apoio às reformas. "Reforma dessas, como a trabalhista ou a da Previdência, não é simplesmente uma questão de quem é a favor ou contra o governo. Vai além disso, Acreditamos ainda assim na viabilidade da aprovação", comentou Meirelles, em entrevista à imprensa concedida após participação em evento do Goldman Sachs na capital paulista.
Segundo ele, a expectativa é que a reforma da Previdência seja votada antes da tributária. Ele ponderou, contudo, que o governo está trabalhando duro na reforma tributária, que será apresentada ao Congresso em breve. "Se até lá a Previdência não tiver sido votada, a gente pode perfeitamente votar a tributária primeiro", informou.
Questionado se haverá mais concessões na reforma que muda as aposentadorias, Meirelles respondeu que o relatório aprovado pela comissão especial da Câmara, que já reduziu em 25% a economia prevista na proposta original encaminhada pelo Executivo, está "a principio" adequado. "Achamos que funciona, mas não há muita margem para baixar isso".
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