Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 01 de agosto de 2017. Atualizado às 09h50.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado Financeiro

Alterada em 01/08 às 09h51min

Dólar se ajusta à espera de dados dos EUA

O dólar desacelera a alta frente o real registrada desde a abertura, em meio à espera de dados da economia dos Estados Unidos, que saem daqui a pouco, como a inflação pelo PCE que é a medida preferida de preços pelo Federal Reserve.
A moeda norte-americana operava com viés de alta no mercado á vista, e em leve baixa no contrato futuro de setembro, mais negociado, refletindo ajustes em relação ao fechamento anterior.
O operador da corretora H.Commcor, Cleber Alessie Machado Neto, diz que, apesar da ata do Copom amparar viés de baixa às taxas futuras, os efeitos ficam limitados à curva de juros, porque o documento ratifica o comunicado com alterações marginais que não mudam a percepção de que o Copom poderá manter o ritmo de corte da Selic em 1 ponto na reunião de setembro, para 8,25% ao ano.
"A alta à vista reflete ajustes ao fechamento anterior, quando o dólar futuro se fortaleceu mais ante o fechamento à vista", diz Machado Neto. Para ele, pode alimentar ainda um fortalecimento do dólar um eventual anúncio, de fato, de aumento da meta fiscal, de R$ 139 bilhões para R$ 159,5 bilhões.
Às 9h21min desta terça-feira (1), o dólar à vista subia 0,17%, aos R$ 3,1256, enquanto o dólar futuro de setembro caía 0,10%, aos R$ 3,1435. Em Nova Iorque, o Dollar Index estava em alta de 0,15% e a moeda norte-americana também avançava ante o dólar australiano, o peso chileno, o dólar neozelandês, o rublo russo, e lira turca e o rand sul africano.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia