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Porto Alegre, segunda-feira, 14 de agosto de 2017. Atualizado às 22h37.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 15/08/2017. Alterada em 14/08 às 20h57min

Aumento do IPTU

A sociedade não suporta mais aumento de impostos com a desculpa de resolver o problema do rombo nas contas do governo. Na realidade, a solução não está no aumento da carga tributária, mas, sim, na redução das despesas. O governo federal aumentou a alíquota do PIS/Cofins sobre combustíveis e não resolveu o bilionário rombo atual. Já está ameaçando novos impostos. O Estado aumentou ICMS em 2015 na Assembleia por um voto de diferença e sob enorme pressão da sociedade. O déficit aumentou. Agora a prefeitura de Porto Alegre estuda um substancial aumento no IPTU, atingindo diretamente a população, para equilibrar suas contas. (Claudio Peña, engenheiro e vice-presidente da Associação Comercial de Porto Alegre - ACPA)
Lixo no Guaíba
Porto Alegre se tornou nos últimos anos a capital da sujeira (Guaíba registra forte recuo e lixo emerge, Jornal do Comércio, 14/08/2017). Limpeza só localizada. No entanto, o município vem se endividando para obras irregulares em áreas proibidas, que contrariam o próprio Plano Diretor. Nos últimos anos, o endividamento atinge a quase R$ 2 bilhões. Atualmente, tentar trabalhar na regularização de obras é um trabalho inglório e demorado, em que se vê despreparo nos técnicos e uma lentidão impressionante, que leva o profissional a desistir, porque leva meses... (Henrique Wittler, Porto Alegre)
Punição
Discordo do que disse o saudoso ex-ministro da Justiça e ex-presidente do STF Nelson Jobim (PMDB), segundo texto veiculado no Jornal do Comércio (coluna Frases e Personagens, 10/08/2017) - "a prisão repreende o passado, mas não constrói o futuro". A segregação, além do caráter punitivo e de ressocialização, visa, principalmente, dar uma resposta à sociedade de que se o cidadão cometer crime, será punido na forma da lei, o que inibe a prática delituosa. Serve, sim, para construir um futuro melhor a todos, talvez não para acabar com a criminalidade, mas certamente para diminuí-la. (Eduardo Estrella, advogado, Porto Alegre).
Pelotas
A demorada implementação de faixas exclusivas de ônibus na área central de Pelotas está dificultando o trânsito na região. Foram retirados os abrigos das paradas e até agora não foram recolocados. E agora, com as faixas prontas, concretadas, com sinalização, os coletivos simplesmente não obedecem e trafegam em fila dupla e até tripla no perímetro central. Isso denota falta de fiscalização. Se a faixa exclusiva foi construída para delimitar o local de circulação dos coletivos, nada mais justo que não possam tais veículos saírem da mesma, invadindo o restante da via por onde circulam os demais veículos. Decorrido pouco mais de um ano de implementação do novo sistema de transporte coletivo, é preciso que o trânsito da frota seja fiscalizado em benefício da população, sem o que teremos "melhorias" apenas para inglês ver. (Rogério T. Brodbeck, Pelotas/RS)
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