Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 13 de julho de 2017. Atualizado às 23h12.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

Partidos

Notícia da edição impressa de 14/07/2017. Alterada em 13/07 às 21h26min

Oposição faz balanço do governo de Nelson Marchezan Júnior

Vereadores se reuniram no Mercado por considerarem exemplo da má gestão da prefeitura

Vereadores se reuniram no Mercado por considerarem exemplo da má gestão da prefeitura


MARCELO G. RIBEIRO/JC
Marcus Meneghetti
Os vereadores petistas - maior bancada de oposição ao governo Nelson Marchezan Júnior (PSDB) na Câmara Municipal - concederam uma coletiva, nesta quinta-feira, no Mercado Público, para apresentar um balanço dos seis meses de gestão tucana em Porto Alegre. Os petistas criticaram a "desvalorização" dos servidores públicos, "a terceirização do planejamento da cidade por meio da contratação de uma consultoria", a "incerteza" em relação ao Orçamento Participativo (OP), entre outros itens.
Os parlamentares, junto com representantes do diretório municipal da legenda, estavam reunidos em um café da manhã na praça de alimentação do Mercado Público, pois, conforme explicaram, o gerenciamento do local é um exemplo da má gestão realizada pelo prefeito.
"O Mercado é um resumo da gestão Marchezan. O que está faltando aqui é o plano de proteção e prevenção contra incêndio (PPCI). Os permissionários das bancas se ofereceram para pagar o PPCI. Mas a prefeitura não dialoga com eles e quer colocar um gestor privado no Mercado Público", explicou a vereadora Sofia Cavedon (PT).
Quanto aos servidores públicos municipais, o vereador Adeli Sell (PT) disse que "a categoria foi escolhida por Marchezan como inimiga", citando medidas como a retirada da reposição salarial anual, o parcelamento dos salários e o aumento da contribuição previdenciária dos servidores em 3%. "Só que o serviço público gera receita para a prefeitura, tanto que tem diminuído depois das brigas com diversas categorias", ponderou Sell.
Sofia também citou a decisão da Justiça de suspender o acordo entre o governo municipal e a organização civil Comunitas, resultante de uma representação do PT, PSOL e do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa). Segundo os oposicionistas, a presidente da Comunitas também gere o Centro Ruth Cardoso, ligado ao PSDB. A organização teria contratado a Falconi Consultores de Resultados para realizar o planejamento da gestão.
Também estava presente no encontro, o ex-prefeito da Capital Raul Pont (PT) - um dos responsáveis por consolidar o OP como ferramenta de gestão na cidade. "É um ótimo jeito de governar (utilizando o OP), porque é difícil de o prefeito dominar todos os assuntos. Além disso, a população sabe as principais carências do lugar onde vive. Por isso é importante o dialogo com ela", observou Pont. 
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia