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Porto Alegre, terça-feira, 04 de julho de 2017. Atualizado às 22h43.

Jornal do Comércio

Internacional

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américa do sul

Notícia da edição impressa de 05/07/2017. Alterada em 04/07 às 19h38min

Procuradora da Venezuela avalia que sua destituição já está acertada

A procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega Díaz, negou-se ontem a comparecer ante o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ). O órgão deve decidir se ela será submetida a um julgamento que pode levar a sua destituição. "Não compareci ao TSJ, não vou validar um circo que mancha nossa história com vergonha e dor, e cuja decisão já está cantada", declarou Luisa, em um pronunciamento no Ministério Público venezuelano.
O plenário do TSJ iniciou a audiência às 10h (11h em Brasília). Nela, a mais alta instância jurídica determinaria se Luisa incorreu em "falta grave". O deputado chavista Pedro Carreño faria suas argumentações pela consideração de mérito - por parte do Supremo - de seu pedido contra a procuradora. O político a acusa de "mentir" por ter afirmado que não aprovou a eleição de 33 magistrados em 2015, na legislatura de maioria chavista.
"Não os reconheço (os magistrados), com este ato estará aberto o caminho para aniquilar com vias violentas o descontentamento popular. Já sabemos que a partir de hoje vão operar minha remoção", disse a procuradora-geral. Ex-aliada do presidente Nicolás Maduro, Luisa rompeu com o chavismo no fim de março, após as sentenças do TSJ que tiravam os poderes do Legislativo, dominado pela oposição, e a imunidade parlamentar. As medidas foram revertidas após ela chamá-las de "ruptura na ordem constitucional".
Luisa também afirmou desconhecer a nomeação pelo TSJ da chavista Katherine Harrington como vice-procuradora-geral, que assumiria o cargo caso ela fosse destituída pelo processo no Supremo.
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