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Porto Alegre, segunda-feira, 03 de julho de 2017. Atualizado às 22h43.

Jornal do Comércio

Internacional

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américa do sul

Notícia da edição impressa de 04/07/2017. Alterada em 03/07 às 19h39min

Oposição na Venezuela convoca um plebiscito contra Maduro para o dia 16

Deputado Julio Borges informou que membro da MUD foi sequestrado

Deputado Julio Borges informou que membro da MUD foi sequestrado


JUAN BARRETO/JUAN BARRETO/AFP/JC
A oposição da Venezuela vai realizar, no dia 16 de julho, um plebiscito contra o presidente Nicolás Maduro. Algumas questões entrarão no voto popular: a convocação de uma Assembleia Constituinte; o papel das Forças Armadas do país; a decisão sobre convocar ou respaldar a renovação dos poderes públicos; e a designação de um governo de unidade nacional "amparado por eleições".
A consulta popular, que não conta com o aval do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), ocorrerá duas semanas antes da eleição da Assembleia Constituinte. Os líderes da oposição planejam se reunir em um teatro em Caracas para fazer o anúncio que, embora não tenha caráter obrigatório, serviria como um termômetro para "mostrar que o país não quer essa Constituinte grotesca". A Constituição venezuelana permite a convocação de um plebiscito desde que seja por iniciativa do presidente, da maioria do Parlamento ou de pelo menos 10% de eleitores inscritos no Registro Eleitoral do país.
De acordo com o jornal, a coalizão Mesa da Unidade Democrática (MUD) convocou para o evento figuras públicas que são críticas ao governo Maduro, como a procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega Díaz. Foram convidados também ex-ministros chavistas, juízes, militares aposentados e outros dissidentes.
O presidente da Assembleia Nacional, Julio Borges, não deu mais detalhes sobre o plebiscito. O deputado disse que o técnico eleitoral da MUD, Roberto Picón, avaliava uma consulta para o país e por este motivo foi alvo de um sequestro realizado pelo Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin).
Maduro enfrenta desde 1 de abril uma onda de protestos exigindo sua saída e a realização de eleições gerais. Pelo menos 80 pessoas já morreram nesses mais de três meses.
 
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