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Porto Alegre, segunda-feira, 24 de julho de 2017. Atualizado às 16h20.

Jornal do Comércio

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Saúde

Notícia da edição impressa de 19/07/2017. Alterada em 21/07 às 18h01min

SMS confirma eutanásia em cães com leishmaniose

Uma das alternativas é que a própria Seda realize o sacrifício dos animais

Uma das alternativas é que a própria Seda realize o sacrifício dos animais


RICARDO STRICHER/RICARDO STRICHER/PMPA/JC
Suzy Scarton
Mais de seis meses após a confirmação do primeiro caso de óbito por leishmaniose visceral humana em Porto Alegre, inédito na cidade, o sacrifício dos cães contaminados pela doença ainda não está definido.
Na sexta-feira, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) anulou a ordem de início de serviços, publicada no começo de maio, para sacrificar até 300 cães contaminados pela leishmaniose visceral canina. No entanto, a pasta esclarece que isso não significa mudança de ideia a respeito da medida, e sim que ainda não sabe quem executará o serviço, visto que a clínica Animed, da Zona Sul da Capital, que faria a eutanásia, pediu para rescindir o contrato.
Segundo a SMS, a clínica sofreu represálias e atos de violência na mesma semana em que foi anunciado que faria o serviço, mas não foi confirmado se há relação entre a participação da clínica e os ataques.
A SMS ainda estuda novas alternativas para a realização da eutanásia. Inclusive não descarta que a própria Secretaria Especial dos Direitos Humanos (Seda) realize o procedimento. A SMS também garante que não há a possibilidade de suspender a medida, uma vez que a eutanásia de cães contaminados com leishmaniose, doença sem cura, é a recomendação de órgãos de saúde humana e veterinária.
Enquanto aguardam uma decisão do município, os cães estão sob cuidados da Unidade de Medicina Veterinária (UMV), em área restrita e telada, e receberam coleiras inseticidas, bem como tratamento para o sistema imunológico. A Secretaria Municipal do Meio Ambiente e da Sustentabilidade (Smams) tem um processo administrativo em tramitação, que visa formalizar o tratamento dos cães com a doença. Ao mesmo tempo, a Smams tem realizado ações de prevenção e de enfrentamento à doença, "como visitas em bairros de risco, distribuição de coleiras inseticidas, limpeza do local, castração e repasse de informações" sobre leishmaniose à população.
De setembro de 2016 até agora, houve três mortes de pessoas em decorrência da enfermidade, transmitida pelo mosquito-palha, e que utiliza animais, como cães, como hospedeiro.
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Comentários
sueli falsarella 24/07/2017 16h23min
tem tantos bandidos, assassinos, estupradores, politicos assassinos e ladrões, por que estes o Rio Grande do Sul não limpa o Brasil. Por que o Rio Grande do Sul mata inocentes e libera os culpados?
Silvia 24/07/2017 14h09min
Na minha achou desnecessário eles merece tratamento isso é desumano muito triste
Iolanda Silveira Pires Bugay 24/07/2017 00h25min
Se houvesse cuidados com os cães tanto os de casa como os de rua hoje não estaríamos vendo uma barbárie que está para acontecer. cadê os direitos destes cães ? Será que um bandido tem mais direitos e defensores do que os animais inocentes ?
Iara Bulso 23/07/2017 18h01min
Por favor, basta de crueldade! Os animais também têm direito a tratamento!
Hallana 22/07/2017 12h02min
Falou tudo Fabricio!!! Chega de tratar os animais com tanto descaso e indiferença como se não fossem nada. Eles tbm merecem respeito e cuidados! Eles também são vitimas, aliás até mais que a gente, pois não conseguem se proteger nem cuidar de si mesmos. Não vamos tolerar isso!
Fabricio 21/07/2017 01h42min
Os pobres são vítimas também, o grande culpado é o mosquito palha e a falta de todo tipo de saneamento, a pobreza e a má gestão que faz com que esses males se perpetuem. Algum médico por acaso sugere matar os doentes de AIDS para eliminar a doença??
Gelcira Teles 20/07/2017 13h20min
Qual a fonte da informação? A matéria cita apenas SMS e Smams.
Lourdes Sprenger 19/07/2017 14h35min
Acredito que haja equívoco ou contradição nas informações da reportagem, sendo que seria importante saber quem falou em nome da Secretaria Municipal da Saúde? Foi o secretário? Foi a assessoria de imprensa?