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Porto Alegre, quinta-feira, 06 de julho de 2017. Atualizado às 12h15.

Jornal do Comércio

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Educação

06/07/2017 - 12h06min. Alterada em 06/07 às 12h18min

Governo anuncia 100 mil vagas a juro zero para o Fies em 2018

Para o ministro da Educação (dir), as modificações garantirão a continuidade do programa

Para o ministro da Educação (dir), as modificações garantirão a continuidade do programa


Clauber Cleber Caetano/Palácio do Planalto/JC
O governo federal anunciou nesta quinta-feira (6) a abertura, para 2018, de 310 mil vagas em três modalidades do Novo Fundo de Financiamento Estudantil (Novo Fies). Dessas vagas, 100 mil serão ofertadas a juro zero para estudantes com renda familiar per capita de até três salários mínimos, incidindo somente correção monetária. O Novo Fies passará a vigorar a partir de 2018.

Entenda o que muda:

  • Na modalidade Fies 1 haverá oferta de 100 mil vagas por ano a juro zero, onde o estudante pagará uma parcela máxima de 10% de sua renda mensal. Para esta modalidade, a pontuação mínima do candidato será de 450 pontos e nota na redação acima de zero no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
  • Para a segunda categoria do programa, serão ofertadas 150 mil vagas para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, a juros de até 3% ao ano, mais correção monetária. O Fies 2 terá como fonte de recursos fundos constitucionais regionais.
  • O Fies 3 contará com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes). Neste grupo, 60 mil vagas serão ofertadas em 2018 a estudantes com renda familiar per capita de até cinco salários mínimos. Ainda não há definição sobre a taxa de juros.
De acordo com o ministro da Educação, Mendonça Filho, as universidades serão responsáveis por bancar os custos com as taxas bancárias para os empréstimos. Com isso, a economia para a União será de R$ 300 milhões, segundo o governo.
Um fundo garantidor será criado para que as instituições de ensino contribuam para minimizar os riscos das operações. "Agora as instituições de ensino superior privadas serão sócias também da inadimplência, elas terão que zelar por cada real emprestado, e se por acaso a inadimplência aumentar, elas terão que aportar mais recursos no fundo garantidor", disse o ministro durante o anúncio do Novo Fies, no Palácio do Planalto. "Tem que ser sócio no filé e também tem que ser sócio no osso".
Para o ministro, as modificações garantirão a continuidade do programa. Ele mostrou dados segundo os quais, em seu formato anterior, o programa acumulava uma inadimplência de 46,4%, cujo risco terá que ser absorvido inteiramente pelo Tesouro Nacional.
Com informações da Agência Brasil
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