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Porto Alegre, quinta-feira, 27 de julho de 2017. Atualizado às 00h03.

Jornal do Comércio

Economia

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Indústria

Notícia da edição impressa de 27/07/2017. Alterada em 26/07 às 23h54min

Produção e empregos na indústria caem em junho

Setor caminha para recuperação, mas trajetória é de dificuldades

Setor caminha para recuperação, mas trajetória é de dificuldades


/TOYOTA FACTORY/AFP PHOTO/JC
A produção e os empregos na indústria brasileira voltaram a cair em junho, segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria). O indicador de evolução da produção ficou em 47,7 pontos, e o de número de empregados no setor foi de 47,6 pontos no mês passado. Os dados da Sondagem Industrial foram divulgados ontem pela entidade. Os indicadores da pesquisa variam de zero a 100 pontos. Quando estão abaixo de 50 pontos, revelam queda; e acima de 50, crescimento.
A utilização da capacidade instalada também recuou, para 65%, e está 3 pontos percentuais abaixo da média histórica, de 68%, registrada desde 2011 para os meses de junho. Com a elevada ociosidade no parque industrial, a disposição para investir continua baixa. O índice de intenção de investimento ficou em 46,6 pontos.
Para a CNI, a combinação dos resultados efetivos dos últimos meses com os de expectativa sugere que a indústria caminha em direção à recuperação, mas que essa trajetória é de dificuldades. "Apesar do quadro negativo, as perspectivas dos empresários são positivas e indicam uma melhora do cenário no curto prazo", informou a entidade.
Os indicadores de expectativas da Sondagem Industrial mostram que a indústria espera o aumento da demanda, das exportações e da compra de matérias-primas nos próximos seis meses. Mas o indicador de expectativa em relação ao número de empregados continua em 48,8 pontos. "Ou seja, mesmo com a perspectiva de recuperação, a indústria deve manter as demissões nos próximos seis meses."
A pesquisa aponta que os principais problemas enfrentados pelos empresários no segundo trimestre do ano são a falta de demanda, a inadimplência dos clientes, as taxas de juros elevadas e a falta de capital de giro. Mas a elevada carga tributária, com 45,2% das menções, lidera o ranking dos principais obstáculos à atividade industrial.
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