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Porto Alegre, sexta-feira, 21 de julho de 2017. Atualizado às 08h34.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 21/07 às 08h36min

Cobre sobe com queda de estoques e disputas no Chile

Os futuros de cobre operam nos maiores níveis em quatro meses nesta manhã (21), impulsionados por um aperto da oferta global do metal básico e pela perspectiva de novas disputas trabalhistas no Chile.
Por volta das 7h35min (de Brasília), o cobre para entrega em três meses negociado na London Metal Exchange (LME) avançava 1,05%, a US$ 6.038,00 por tonelada.
Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para setembro tinha alta de 0,99%, a US$ 2,7430 por libra-peso, às 8h10min (de Brasília).
O rali do cobre veio após dados mostrarem que os estoques do metal na Bolsa de Futuros de Xangai tiveram queda semanal de 5% e se aproximaram dos menores patamares no ano, segundo Dee Perera, corretor da Marex Spectron.
Também ajuda a sustentar o cobre o último entrave em negociações entre a Antofagasta e trabalhadores da mina chilena de Zaldívar. Os mineiros, que votaram a favor de uma greve no último dia 10, rejeitaram ontem a última oferta salarial feita pela empresa, de acordo com nota da ING. As negociações, mediadas pelo governo chileno, vão se estender até dia 26. Caso não haja acordo, os trabalhadores deverão começar a paralisação, disse a ING.
Entre outros metais básicos na LME, o viés era positivo: o alumínio subia 0,73% no horário indicado acima, a US$ 1.930,00 por tonelada, enquanto o zinco avançava 1,23%, a US$ 2.761,50 por tonelada, o chumbo aumentava 1,26%, a US$ 2.245,00 por tonelada, o pouco negociado estanho tinha valorização de 0,32%, a US$ 20.170,00 por tonelada, e o níquel aumentava 1,21%, a US$ 9.625,00 por tonelada.
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