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Porto Alegre, sexta-feira, 21 de julho de 2017. Atualizado às 11h40.

Jornal do Comércio

Economia

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Saúde

Notícia da edição impressa de 21/07/2017. Alterada em 21/07 às 11h41min

Primeira torre do Medplex será entregue em agosto

Modelo do Medplex já está sendo implantando em outros estados, afirma Ricardo Jornada

Modelo do Medplex já está sendo implantando em outros estados, afirma Ricardo Jornada


MARCO QUINTANA/JC
Thiago Copetti
Com o início de entrega da torre norte, com 17 andares, marcada para 8 de agosto, o Medplex Santana vai inaugurar na Capital um novo conceito de empreendimento na área de saúde privada. Localizado na rua Gomes Jardim, no bairro Santana, próximo da avenida Ipiranga, o complexo é fruto de investimento de R$ 240 milhões da Cyrela Goldzstein apenas entre terreno e edificações. A segunda torre, com 14 andares, deve ser entregue até o fim do ano.
A principal novidade do Medplex é contar com um hospital de curta duração, que conta com toda a estrutura necessária para cirurgias eletivas, como Centro de Tratamento Intensivo (CTI) e hotelaria, ressalta Ricardo Jornada, diretor de incorporação e novos negócios. Erguido em apenas 30 meses, o Medplex Santana está localizado estrategicamente em um polo formado pelos hospitais Ernesto Dornelles, Clínicas e Cardiologia, e no meio do caminho entre o Mãe de Deus e o Hospital da Pucrs, por exemplo. Ao todo, contará com cerca de 400 consultórios, 200 escritórios e estacionamento para 600 veículos.
"Estimamos que circulem pelas duas torres cerca de 1,5 mil profissionais que trabalham no local e mais um público flutuante em torno de 2 mil pessoas. Por isso, acessos e sinalização no entorno foram refeitos", diz Jornada.
O empreendimento, conta o executivo, também aporta outra tendência do setor: terá clínicas com espaços compartilhados por diferentes médicos. Como entre esses profissionais é comum ter atividades em consultório somadas a jornadas em diferentes hospitais, o custo de manter um espaço próprio para atendimento acaba sendo elevado em relação ao tempo de uso.
"Muitos médicos escolheram o local como investimento e estão abrindo clínicas para compartilhamento de espaços. É uma maneira de reduzir custos fixos como aluguel, condomínio e mesmo pessoal. Esta é uma tendência do segmento", avalia Jornada.
Além do bairro Santana, a Cyrela Goldsztein já ergue outro Medplex na zona Norte da Capital, com 80% comercializado até o momento, e também fora do Estado. Em Curitiba (PR) já está em andamento um Medplex, assim como deverá ocorrer em Belo Horizonte (MG), Campinas (SP), São Paulo e Rio de Janeiro. "Em algumas cidades serão mais de um, como em São Paulo, onde podemos ter até cinco Medplex", comemora Jornada.
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