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Porto Alegre, terça-feira, 18 de julho de 2017. Atualizado às 17h04.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 18/07 às 17h06min

Petróleo sobe apoiado por relatos de possível corte na exportação saudita

Os preços do petróleo fecharam em alta nesta terça-feira, impulsionados pela notícia de que a Arábia Saudita está considerando um corte em suas exportações da matéria-prima, mesmo que os últimos dados tenham mostrado que a tendência de produção nos Estados Unidos é de alta para o ano. O dólar mais fraco também contribuiu para os ganhos do petróleo.
O petróleo WTI para setembro fechou em alta de US$ 0,36 (+0,78%), a US$ 46,59 por barril na New York Mercantile Exchange (Nymex). Na IntercontinentalExchange, em Londres, o petróleo Brent para setembro fechou em alta de US$ 0,42 (+0,87%), a US$ 48,84 por barril.
A Arábia Saudita está considerando um corte de um milhão barris por dia em suas exportações de petróleo, de acordo com uma reportagem do Financial Times, citando uma nota aos clientes da Bill Farren-Price, uma consultoria do mercado. O comunicado diz que a medida compensaria o aumento da oferta de petróleo da Líbia e da Nigéria.
Ontem os preços caíram cerca de 1% na esteira de notícias de que a produção de petróleo de xisto dos EUA deve subir para 5,585 milhões de barris por dia em agosto. Seria o oitavo mês seguido de alta.
Adicionando preocupações ao mercado, o Equador decidiu não mais honrar o acordo de limitação de produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), dizendo que não pode bancar a redução da produção com os preços tão baixos.
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