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Porto Alegre, segunda-feira, 17 de julho de 2017. Atualizado às 22h41.

Jornal do Comércio

Economia

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CONSUMO

Notícia da edição impressa de 18/07/2017. Alterada em 17/07 às 21h10min

IGP-10 de julho fica em -0,84% ante queda de 0,62% em junho

Custos da construção civil subiram 0,62% na pesquisa deste mês

Custos da construção civil subiram 0,62% na pesquisa deste mês


/CLAITON DORNELLES/JC
O Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) recuou 0,84% em julho, após a queda de 0,62% em junho, informou ontem a Fundação Getulio Vargas (FGV). No caso dos três indicadores que compõem o
IGP-10 de julho, os preços no atacado medidos pelo IPA-10 tiveram queda de 1,32% este mês, após a redução de 1,17% em junho. Os preços ao consumidor verificados pelo IPC-10 apresentaram redução de 0,17% em julho, ante uma alta de 0,21% em junho.
O INCC-10, que mede os preços da construção civil, subiu 0,62% em julho, após alta de 0,92% em junho. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços teve alta de 0,10%. Já o índice que representa o custo da mão de obra registrou aumento de 1,04% em julho.
Os preços agropecuários recuaram 2,52% no atacado em julho, dentro do IGP-10, informou a FGV. Em junho, a queda tinha sido de 1,15%. Já os preços dos produtos industriais tiveram redução de 0,90% no atacado em julho, ante redução de 1,18% em junho.
Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais tiveram diminuição de 1,12% em julho, após a alta de 0,16% em junho.
Os preços dos bens intermediários tiveram queda de 0,74% este mês, ante elevação de 0,16% em junho. Já os preços das matérias-primas brutas apresentaram redução de 2,26% em julho, após a queda de 4,34% no mês anterior.
Segundo o levantamento da FGV, o IGP-10 acumula deflação de 2,25% no ano. Em 12 meses, a taxa acumulada ficou negativa em 1,79%. O período de coleta de preços para o indicador de maio foi de 11 de junho a 10 de julho. O IGP-DI, que apurou preços de 1 a 30 de junho, caiu 0,96%.
 

Preços do e-commerce apresentam retração pelo quinto mês consecutivo

Os preços do comércio eletrônico recuaram 5,38% em junho, na comparação com o mesmo período de 2016, quinto mês seguido de aceleração da deflação, segundo o Índice Fipe Buscapé. Em relação a maio de 2017, os preços recuaram 0,74%.
No mês passado, sete dos 10 grupos monitorados registraram deflação em relação ao mesmo período de 2016. Além de telefonia (-16,39%), fotografia (-7,04%), eletrônicos (-4,48%), moda e acessórios (-4,51%), e informática (-4,10%), que, nos últimos meses, foram as categorias que registraram maior variação negativa, somaram-se ao ranking, em junho, eletrodomésticos (-0,57%) e esporte e lazer (0,52%). Registraram inflação os produtos de cosméticos e perfumaria (0,99%), brinquedos e games (1,08%), e casa e decoração (0,18%).
"Mesmo nas categorias nos quais os preços subiram, a inflação mostrou-se mais controlada do que no mês anterior, na comparação do mesmo período do ano passado. A tendência de preços do comércio eletrônico é consistente com a dos preços em geral, que, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) tiveram queda de 0,23% em junho, a maior queda de preços em 19 anos", afirma Sandoval Martins, CEO do Buscapé.
A cesta de produtos do e-commerce tende a ser deflacionária em condições ideais de mercado. A comparação é feita sempre dos mesmos produtos, que propendem à desvalorização com a disseminação da tecnologia, lançamento de um produto superior na mesma categoria ou troca de coleção e mostruário.
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