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Porto Alegre, terça-feira, 11 de julho de 2017. Atualizado às 18h43.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 12/07 às 09h13min

Cobre opera em alta, impulsionado por possibilidade de greve no Chile

Os contratos futuros do cobre operam em alta no pregão desta quarta-feira (12), impulsionados pela previsão de greve em minas no Chile a partir da próxima semana.
Há pouco, na London Metal Exchange (LME), o cobre para três meses subia 0,60%, a US$ 5.912,00 por tonelada. O contrato do metal com entrega para setembro avançava 0,56%, a US$ 2,6870 por libra-peso, na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
Na segunda-feira (10), trabalhadores da mina de cobre de Zaldívar, no Chile, votaram por entrar em greve a partir do dia 17. A empresa é uma joint venture da chilena Antofagasta com a canadense Barrick Gold.
O plano de paralisar as atividades a partir de segunda-feira (17) também foi aprovado pelos funcionários da mina de Centinela, também da Antofagasta.
"Será surpreendente se os trabalhadores das minas mudarem suas visões contra a greve", afirmou o analista de commodities Carsten Menke, do banco suíço Julius Baer. Ele lembra da greve que durou um mês e meio no começo do ano da mina Escondida, da BHP Billiton e da Rio Tinto, e nota que pode haver um precedente para outras minas.
Os demais metais básicos negociados na LME subiam impulsionados pelo dólar mais barato, que impulsiona negociações de investidores de fora dos Estados Unidos. A tonelada do zinco subia 1,12%, para US$ 2.853,00; a do chumbo avançava 1,15%, para 2.335,50; e a do níquel tinha valorização de 0,60%, a US$ 9.230,00.
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