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Porto Alegre, quarta-feira, 26 de julho de 2017. Atualizado às 10h43.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 26/07/2017. Alterada em 25/07 às 21h19min

Agenda para o desenvolvimento

MARCO QUINTANA/JC
O projeto RS 2030, idealizado pela Federação dos Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), será um dos desafios para uma detalhada análise dos parlamentares gaúchos, no retorno do recesso parlamentar, em agosto, e às vésperas das eleições de 2018. Um documento sistematiza o resultado das contribuições de 1.535 prefeitos, secretários, vereadores e lideranças comunitárias de 278 cidades, representando 56% dos municípios, apresentando os problemas, as necessidades e os caminhos para a busca de soluções de cada região. A proposta que começou em 2015, em Bagé, e finalizou em junho, de 2017, em Piratini, tem o propósito de estruturar uma agenda de desenvolvimento para os próximos 13 anos, segundo explicou o coordenador do projeto, Jairo Jorge (PDT, foto), ex-prefeito de Canoas, que acompanhou todas as etapas do trabalho.
Contribuição para o futuro
Segundo Jairo Jorge, o documento, também em livro, está sendo encaminhado para as universidades e instituições de ensino mais importantes; para entidades empresariais, para políticos, deputados federais e estaduais, governo do Estado e partidos. "A pretensão da Famurs é deixar uma contribuição para o futuro do Estado. Foi um trabalho exaustivo e pluripartidário, onde participaram prefeitos de todos os partidos. O trabalho foi realizado por uma equipe técnica, de economistas."
Mostrando um caminho
Diferente de outros projetos, "nós não chegamos com uma proposta pronta. Foram 417 contribuições diferentes que nós coletamos em 27 reuniões. A ideia, é oferecer para os governantes, para os partidos e para aqueles que vão estar à frente do Estado pelos próximos 13 anos, é um caminho, uma estratégia. Não é uma lista de reivindicações, são 40 estratégias divididas em quatro grandes macros eixos", mostra Jairo Jorge.
Bom em diagnóstico
"O Rio Grande do Sul é muito bom em diagnóstico, mas péssimo na execução", assinalou Jairo Jorge, ressaltando a pluralidade dos trabalhos com experiências de vários governos diferentes que fizeram estes estudos.
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Comentários
Nilseu Cavalheiro 26/07/2017 10h32min
Estado brasileiro (União, Unidades Federadas e Municípios) tornou-se um fim em sí mesmo. Sabe cobrar uma das maiores cargas tributárias do planeta, mas totalmente despreparado na Administração e entrega de serviços a sociedade, tais como: a) segurança pública quase inexistente, criminalidade crescente dominando territórios e controlando politicamente parte do próprio Estado; b) saúde pública com demora no atendimento, filas, faltas de leitos e de medicamentos; c) educação fraca... Basta.