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Porto Alegre, quinta-feira, 27 de julho de 2017. Atualizado às 18h23.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 27/07/2017. Alterada em 27/07 às 18h25min

Reajuste para o MPF

Estamos cercados! 16,7%? (Em meio à crise, Conselho do Ministério Público Federal aprova reajuste salarial de 16,7% para os procuradores, Jornal do Comércio, 26/07/2017). Mais um assalto aos cofres públicos. Vamos continuar pagando a irresponsabilidade destes senhores. (Fabio Schubert, São Leopoldo/RS)
Repórter Brasília
Em relação ao texto Agenda para o Desenvolvimento (coluna Repórter Brasília, Jornal do Comércio, 26/07/2017), o Estado brasileiro (União, unidades federadas e municípios) tornou-se um fim em si mesmo. Sabe cobrar uma das maiores cargas tributárias do planeta, mas totalmente despreparado na administração e entrega de serviços à sociedade, tais como: a) segurança pública quase inexistente, criminalidade crescente dominando territórios e controlando politicamente parte do próprio Estado; b) saúde pública com demora no atendimento, filas, faltas de leitos e de medicamentos; c) educação fraca. Basta. (Nilseu Cavalheiro, Porto Alegre)
Vestibular e Literatura
Acho estranho a falta de poesia brasileira na lista de leituras obrigatórias para o Vestibular 2018 da Ufrgs. Não nego a importância de Fernando Pessoa, mas Manuel Bandeira, João Cabral de Melo Neto, Mario Quintana, Jorge de Lima, Carlos Drummond de Andrade, Paulo Leminsky, Arnaldo e Haroldo de Campos, Ferreira Gullar, Vinicius de Moraes (ok, esse até foi contemplado no álbum Elis e Tom) - para ficar só nos clássicos - são fundamentais para o entendimento da alma e da arte brasileira. E quase não estou falando dos poetas vivos! (Renato de Mattos Motta, Porto Alegre)
Juros
A redução da taxa Selic tem pouca ou nenhuma influência sobre os juros aplicados no comércio e pelos bancos. Juros elevados no cartão de crédito (quase 400% ao ano) e no crédito pessoal bancário, liderado pelos bancos públicos, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil (quase 5% ao mês), população endividada, 14 milhões de desempregados, não há investimento público para gerar emprego, indústria estagnada, até o consumo de alimentos vem sendo afetado. A taxa Selic poderá ser reduzida em 1, 2 ou 3 pontos percentuais que nada vai modificar no dia a dia do brasileiro. (Jorge Almada)
Inflação por decreto
Se pudesse, pediria a Delfim Netto que, antes de partir desta para a outra vida, deixasse como seu legado a fixação do nível de inflação anual não com base em pesquisa estatística, como se faz, mas por decreto, a exemplo do que fez, com a maior desfaçatez, quando foi ministro da Fazenda em governo da ditadura militar. (Manoel Luiz Silva dos Santos, Porto Alegre)
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