Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 03 de agosto de 2017. Atualizado às 22h40.

Jornal do Comércio

Colunas

COMENTAR | CORRIGIR
Carlos Pires de Miranda

Gastronomia

homem na cozinha

Notícia da edição impressa de 04/08/2017. Alterada em 03/08 às 15h15min

Arroz preto, por Erick Jacquin

CAMIL/DIVULGAÇÃO/JC
O chef francês, presente em programas de tevê, transformou-se em um personagem destacado na gastronomia brasileira. Carismático, aparece reestruturando restaurantes em Pesadelo na Cozinha, no Discovery H&H. Sua agressiva franqueza, aliada a sua competência e seu talento, cativa audiência - lá em casa, as tropelias de Jacquin divertem a toda a família. A receita a seguir ele desenvolveu para a Camil.
Arroz preto com espuma de moqueca e vieiras
Ingredientes:
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 1/2 cebola pequena picada
  • 250g de arroz preto gourmet
  • 3 xícaras (chá) de água fervente
  • 2,5 colheres (chá) de sal
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 1 colher (chá) de azeite de dendê
  • 1 cebola pequena
  • 1/2 xícara (chá) de pimentão vermelho
  • 1/2 xícara (chá) de pimentão verde
  • 1 tomate
  • folhas de tomilho fresco
  • 2 folhas de louro seco
  • 1 xícara (chá) de creme de leite fresco
  • pimenta-do-reino branca
  • 12 vieiras cruas cortadas em lâminas
  • flor de sal
  • coentro para decorar
Modo de preparo
1-Em uma panela, aquecer óleo em fogo médio e dourar levemente a meia cebola. Adicionar arroz preto, água fervente, uma colher de sal e cozinhar com a panela tampada, em fogo baixo, por 50 minutos, ou até secar o líquido. Reservar.
2-Cortar cebola, pimentões e tomate em cubos médios. Em outra panela, aquecer azeite de oliva e dendê, e dourar levemente a cebola. Acrescentar pimentões, tomate, tomilho e louro.
3-Adicionar creme de leite fresco e deixar reduzindo, em fogo baixo, de 10 a 15 minutos. Temperar com o restante do sal e pimenta. Passar por uma peneira fina e bater com mixer em velocidade alta, levantando e abaixando a haste, para formar espuma.
4-Colocar vieiras nas laterais do prato, com o arroz quente no centro. Polvilhar flor de sal sobre as vieiras, distribuir a espuma por cima delas e decorar com coentro.

via e-mail


RESTAURANTE ERA UMA VEZ UM CHALEZINHO/DIVULGAÇÃO/JC
Leram o texto sobre raclettes e fondues, semana passada? Pois as adaptações brasileiras não param de surgir.
O romântico Era uma vez um Chalezinho, restaurante que começou no Morumbi, em São Paulo, e tem filial em Boca Raton (Flórida), adicionou a seu menu de fondues esse aí da foto: de coxinhas. São 12 unidades fritas na hora e um réchaud com Catupiry. Preço: R$ 38,60.
Outro dia lembrei-me de um restaurante, à época o único que havia na rua Sargento Nicolau Dias de Farias, no bairro Tristeza. Chamava-se Village e, salvo engano, servia alguns pratos baianos que só ele tinha. Alguém mais se recorda?
 

Harmonização com tenébrios

chope e cerveja - foto 1

chope e cerveja - foto 1


fotos SAFARI INSETOR/DIVULGAÇÃO/JC
Tenébrios? Ora, trata-se de uma espécie de besouros, que ficam mais apetitosos com um toque de tequila, limão, sal e vinagre. A harmonizar, é indicada uma cerveja estilo Pilsen ou Witbier, bem como está na foto à esquerda. Já grilos desidratados, temperados com pimenta preta e Bourbon, harmonizam com cervejas Quadrupel ou Belgian Strong Dark Ale. Canapés de farinha de grilo com presunto cru e Gorgonzola pedem uma India Pale Ale (direita), eis que o sabor principal será o do queijo. Por fim, quibes de farinha de grilos, recomendados para acompanhar uma Dry Stout ou Irish Red Ale.
Antes que o leitor pense que se trata de alguma maluquice, lembro que o consumo de répteis, cachorros, insetos e similares é trivial na China e em várias outros países asiáticos. Em São Paulo é a Safari Insetos, sediada em Piracicaba, que, desde 2015, cuida de produzir e divulgar a riqueza de nutrientes dos insetos. E para demonstrar que consumi-los pode ser bem mais agradável do que se imagina, promoveu uma happy hour em que eles, os insetos, eram as estrelas.
Eduardo Matos, organizador do evento e proprietário da fazenda de insetos, defende o consumo de grilos, por exemplo: "Eles têm 60% de proteína, a carne bovina, apenas 20%. Além disso, conclui, apresentam baixos níveis de gordura do colesterol e são facilmente digeríveis". A ideia é disponibilizar sua produção a seres humanos, assim que as leis brasileiras permitirem. Por enquanto, a Safari volta-se a fabricar rações para consumo animal.
Bem, as sugestões de harmonização são do sommelier Marcos Santos. Ele não vê grandes diferenças em relação a quitutes tradicionais, entende que o mais importante é observar temperos e modo de preparação para escolher a cerveja adequada. "Não é simplesmente o inseto que interessa, mas o modo como foi preparado e servido", explica.
Tudo certo, entendido, assimilado, mas prefiro deixar guardada minha porção para mais adiante. Aos curiosos, repasso o link para visualizarem o evento: www.youtube.com/watch?v=KjjlR75GeDY.
Bom apetite!
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia