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Porto Alegre, quinta-feira, 27 de julho de 2017. Atualizado às 18h23.

Jornal do Comércio

Colunas

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Fernando Albrecht

Começo de Conversa

Notícia da edição impressa de 27/07/2017. Alterada em 27/07 às 18h26min

Conflito nas calçadas

FERNANDO ALBRECHT/ESPECIAL/JC
A população sem teto vem crescendo de forma significativa nos últimos tempos em Porto Alegre. A tendência agora é se reunir em grupos procurando áreas mais amplas, como essa na avenida João Pessoa, e em prédios com marquises. Aí se estabelece um conflito diário. Ou não saem pela manhã ou deixam o local sujo, obrigando os zeladores a usar substâncias como creolina. Alguns são caprichosos, varrendo a calçada quando acordam.

Ruins de direção

Excesso de velocidade, ultrapassagem em áreas proibidas, não respeitar a distância do veículo à frente, falta do uso constante do cinto de segurança e desatenção aos sinais de trânsito estão entre os erros de trânsito mais comuns dos motoristas. É o que aponta o último levantamento feito pela Ambev. Falta um: costurar as faixas sem necessidade, maior especialidade dos porto-alegrenses.

A vez dos mocinhos

Às vezes os mocinhos ganham uma. Operadores do videomonitoramento da Guarda Municipal flagraram mais uma ação de pichador no Centro Histórico de Porto Alegre. O homem de 36 anos que estava vandalizando o prédio da prefeitura foi conduzido pela Guarda Municipal para a 2ª DP. Seria melhor se eles fossem obrigados a apagar a caca que fizeram.

O perfil do Moinhos

Ratificando uma observação da página publicada há mais tempo, pesquisa do Sindilojas Porto Alegre confirma que o bairro com maior percentual de moradores com mais de 60 anos de idade é o Moinhos de Vento. Só que o trabalho da entidade aponta o Moinhos como o de maior percentual em todo o Brasil, provavelmente cotejando com outras pesquisas feitas por congêneres.

Consumo dos jovens

O caderno GeraçãoE de hoje está maior. Com 12 páginas, o suplemento inclui um especial sobre os jovens obtido na pesquisa Porto-alegrenses e o consumo, realizada pela ESPM-Sul para o Jornal do Comércio. O material exclusivo que sai no GE pega o resultado das entrevistas sobre os hábitos dos jovens e adultos de 18 a 35 anos. A reportagem completa está publicada nesta edição.

Invasão dos hermanos I

O jornalista Liberato Vieira da Cunha observa que há uma nova e pacífica invasão de hermanos. Argentinos e uruguaios vêm tentar nova vida aqui, mas não vendendo produtos fajutos ou contrabandeados. Há motoristas de táxi, atendentes ou donos de antiquários no Centro Histórico da Capital, garçons, caixas de supermercados etc. Tradutores também registram aumento da demanda.

Invasão dos hermanos II

O mesmo jornalista conta que um casal de Montevidéu com filha pequena pediu ajuda dele porque não tinham almoçado. Ele estava sem dinheiro, então seguiu em frente. Logo adiante, deparou-se com um maço de notas de R$ 2,00 no chão. Então chamou a criança e lhe deu o dinheiro. "O sorriso dela foi minha melhor recompensa", conta Liberato.

Estatuto do Desarmamento

Um vídeo publicado na fanpage do Sargento Santana, de Canoas, no qual ele apresenta as armas que o Estatuto do Desarmamento tirou do cidadão de bem, viralizou no Facebook. Com quase 400 mil compartilhamentos, a publicação ultrapassou a marca de 23 milhões de pessoas alcançadas e 8 milhões de visualizações só nesta rede social, em menos de uma semana e de forma orgânica, sem patrocínio.

O campeão de incentivos

Benefícios fiscais e infraestrutura são apenas dois aspectos que tornam Anápolis o segundo maior polo farmoquímico do Brasil. A 60 quilômetros de Goiânia, o Distrito Agroindustrial de Anápolis já ultrapassou o Rio de Janeiro e agora só perde para São Paulo. Estão presentes na região mais de 168 empresas do setor, além de 20 grandes laboratórios farmacêuticos, que juntos empregam cerca de 6 mil pessoas. De incentivo em incentivo, o governador Marconi Perillo (PSDB) aumentou mais ainda o leque, que já era bem aberto.

Miúdas

  • MAS quem é que decidiu que não choveria mais em Porto Alegre?
  • DRONE que levava celulares e droga para o Presídio de Charqueadas (Pasc) foi abatido a tiros.
  • PELO elevado número de tentativas - quatro em 11 dias - já dá para acionar os caças da FAB.
  • SENSAÇÃO que se tem é que a prefeitura perdeu de vez o controle do comércio informal. Tá tudo dominado.
  • PANORAMA visto da ponte dos aflitos: ninguém está pagando ninguém.
  • SE macumba ganhasse jogo, campeonato baiano terminava empatado (filósofo do futebol Neném Prancha).

Finais

  • SINDICATO dos Despachantes do Rio Grande do Sul comemora hoje o dia nacional desta útil categoria.
  • BOM Dia Associado da ACPA de hoje/8h terá palestra do consultor Volnei Garcia. JOSÉ Elias Flores Jr. e Rafael Azevedo, do Grupo Cortel, participam em Memphis (EUA) de evento da Associação Internacional de Cemitérios, Crematórios e Funerárias.
  • GRÊMIO Náutico União promove na segunda-feira/19h o descerramento da fotografia do ex-presidente Francisco Miguel Schmidt.
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Comentários
Carlos Alberto Schneider 27/07/2017 10h50min
Caro Albrecht, bom dia. Sobre os pichadores, tens meu total apoio. Se for pego, o pichador(es) tem que entregar o local exatamente como estava antes. Limpo. E o material para limpeza a ser pago por estes meliantes.Eu ainda os deixaria, na cadeia, um dia correspondente a cada sinal pichado. Falta autoridade no Município, Estado e Pais. Tem que endurecer. Fecham ruas, etc., e nada se faz. Tem que proibir e pronto. Desbloquear em 10 minutos, no máximo. Abs.n
Sergio 27/07/2017 08h31min
"A vez dos mocinhos" Seria melhor se eles fossem obrigados a apagar a caca que fizeram. Complementando a sua sugestão muito boa por sinal, "obrigar também a pintar 5 salas de aula ou de postos de saúde do município." Talvez diminuísse o numero de pichações.