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Porto Alegre, terça-feira, 04 de julho de 2017. Atualizado às 22h43.

Jornal do Comércio

Colunas

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Fernando Albrecht

Começo de Conversa

Notícia da edição impressa de 05/07/2017. Alterada em 04/07 às 21h35min

Os fantasmas do Centro

FERNANDO ALBRECHT/ESPECIAL/JC
Dá uma tristeza quando se passa pela cidade - no Centro Histórico da Capital em especial - e se observa avisos de vende-se ou aluga-se em prédios que, em outros tempos, não ficariam desocupados nem por um dia. Neste caso, uma farmácia e o prédio inteiro. O desconforto é duplo quando se observa o loteamento do comércio informal. A continuar neste ritmo, em breve, estarão em dois andares ou mais por falta de espaço.

Por falar em prédios...

...casas na esquina das ruas D. Pedro II com Couto de Magalhães e Cristóvão Colombo com Filadélfia foram demolidas e darão lugar a novos prédios, já em obras. Moradores especulam se não é o mesmo destino que aguarda três residências na Cristóvão perto da Carlos von Koseritz, cujas placas de aluga-se foram retiradas. Uma delas, no passado, servia como residência dos comandantes do então III Exército.

Minibiografias

A Pucrs abriu inscrições para o curso de autobiografia. Muitas pessoas públicas poderiam resumi-la em uma ou duas frases. Outros até poderiam escrever algumas páginas autobiográficas se soubessem escrever. Não só eles. Como se lê cada vez menos, escreve-se também cada vez menos. Entre os jovens brasileiros, escrever é uma agonia.

Eu deveria saber

Os candidatos a candidato ao cargo de governador nas eleições de 2018 deveriam ser vacinados contra o vírus da surpresa, "não sabia que estava tão ruim". Afinal, viemos aqui para governar ou para se queixar?

O reinado do bastantão

Um a um, os restaurantes e churrascarias históricos estão se rendendo ao bastantão, sem baixar os preços, no entanto. A cartilha manda reduzir custos nem que seja em prejuízo do cliente. E como o consumidor gaúcho é pouco exigente, não se indigna. Nos pesadelos dos consumidores antigos, chegará o dia em que se pagará, mas sem comer nada.

Perigo no laptop

O governo dos Estados Unidos anunciou que passará a exigir que todos os aeroportos que tenham voos diretos para o país passem a contar com detectores de explosivos. A medida deve ser adotada em apenas 21 dias. O não cumprimento impedirá embarques de passageiros com laptops. Grupos extremistas estão tentando viabilizar ataques utilizando explosivos nestes equipamentos.

Uma história triste I

História cada vez mais comum: professor de colégio repreendeu aluno que, além de não dar a mínima para os estudos, agredia o mestre com palavrões. O pai tomou as dores do garoto, convocou uma reunião com a direção e disse que o filho tinha sido humilhado.

Uma história triste II

O professor foi convocado para dar explicações e as forneceu. Botaram panos quentes na história. O aluno disse ao professor que seu pai tinha dito que não o temesse, que ele não era nada. Passaram-se alguns dias e o professor foi transferido. Viva o futuro do Brasil!

Alegria de cartório

Um vereador de Porto Alegre entrou com projeto de lei que dispõe sobre o registro de animais domésticos em cartórios em que seus tutores possam realizar o registro com seu sobrenome, bem como nascimentos, óbitos e até casamentos dos animais de estimação. Os cartórios agradecem. Agora só falta a criação de uma delegacia de Polícia animal - foi mal, dei a ideia...

Miúdas

  • INVASÃO do prédio do antigo Hotel Açores, na Rua da Praia, mostra que invasores têm mais direitos que invadidos.
  • PANORAMA visto da ponte mostra que cidade ilegal está quase do mesmo tamanho que cidade legal.
  • AUMENTO de 0,8% na produção industrial em maio, melhor mês desde 2011, merece um foguete cauteloso.
  • PREFEITURA renegociou dívidas com fornecedores e retoma a operação tapa-buracos. Por que não explicaram isso antes?
  • DESTA vez, o Rio Grande do Sul foi notícia positiva na mídia nacional, devido ao anúncio do concurso para 6,1 mil policiais.
  • INCERTAS de fiscais da EPTC em cruzamentos onde se pratica o vale-tudo ajudariam a frear os desobedientes.
  • INFLAÇÃO no papel cai todos os meses. Na vida real, o preço do pão de queijo no botequim da esquina sobe R$ 0,50.
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