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Porto Alegre, quarta-feira, 07 de junho de 2017. Atualizado às 12h59.

Jornal do Comércio

Política

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Assembleia Legislativa

Notícia da edição impressa de 07/06/2017. Alterada em 06/06 às 21h44min

Plebiscito de estatais deve ficar para 2018

Stela afirma que oposicionistas 'não vão facilitar' as privatizações

Stela afirma que oposicionistas 'não vão facilitar' as privatizações


/MARIANA CARLESSO/AGÊNCIA ALRS/JC
Marcus Meneghetti
O plebiscito sobre a privatização da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás) e da Companhia Riograndense de Mineração (CRM) deve ficar para 2018, pois ontem a oposição derrubou o acordo entre os líderes de bancadas governistas e independentes que incluía na ordem do dia da sessão da próxima terça-feira o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) que prevê a convocação da consulta popular.
Embora tenha sido assinado por líderes partidários que representavam, ao todo, 39 parlamentares, o acordo capitaneado pelo líder do governo no Parlamento, Gabriel Souza (PMDB), foi derrubado por uma manobra regimental: a discordância formal assinada por líderes de três bancadas - a de PT, PCdoB e PSOL. Com isso, a base aliada não deve conseguir votar o PDL na próxima sessão, nem cumprir o prazo para realização do plebiscito ainda neste ano (14 de junho, cinco meses antes do pleito). 
No início da tarde de ontem, o próprio líder do governo já admitia a possibilidade de o PDL não entrar na pauta da próxima sessão. "Até bancadas que vão fazer campanha pela 'não' (como o PDT, por exemplo) privatização no plebiscito assinaram o acordo. Mas se a oposição derrubar o acordo, a consulta fica para o ano que vem", analisou Souza. 
O líder do governo fez ainda uma projeção, prevendo que a oposição deve tentar obstruir a realização do plebiscito em 2018. "A oposição, pelo que já sabemos, vai bolar outras maneiras regimentais e até judiciais para impedir o plebiscito até no ano que vem. Não querem que a população decida o futuro do Estado nem agora, nem no ano que vem", reclamou o peemedebista.
A líder da bancada do PT, deputada Stela Farias, disse que os três partidos "não vão facilitar qualquer ação para privatizar estatais. O governo faz um jogo de cena dizendo que somos contra ouvir a população. Faz isso para tentar constranger os oposicionistas. Se fôssemos contra ouvir a população, não tínhamos criado o orçamento participativo nem a consulta popular no Estado".
 
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Comentários
Angelo Souza Lima 07/06/2017 08h49min
Concordo com o comentário que associa o atual governo ao de Antônio Britto. Estes políticos entreguistas não conseguem administrar uma banca de revistas. A CEEE é uma galinha dos ovos de ouro, que já deve estar encomendada...
LUÍS 07/06/2017 02h30min
CONTRA A PRIVATIZAÇÃO E A FAVOR DO PATRIMÔNIO GAÚCHO: AS EMPRESAS CEEE ,CRM E SULGÁS SÃO LUCRATIVAS PARA O ESTADO E PAGAM ICMS.O RESTO É PAPO FURADO DO GOVERNO PRIVATISTA.QUEREM REPETIR O FILMA DE TERROR DE 1998 QUANDO VENDERAM PARTE DA CEEE E TODA A CRT,MAS O DINHEIRO DESAPARECEU E A DÍVIDA DO ESTADO SE MULTIPLICOU DE LÁ PARA CÁ.