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Porto Alegre, domingo, 04 de junho de 2017. Atualizado às 12h10.

Jornal do Comércio

Política

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Missão ao Japão

03/06/2017 - 12h09min. Alterada em 04/06 às 12h12min

Sartori adverte que não fazer plebiscito causará prejuízos ao Estado

Sartori falou a jornalistas antes de embarcar no Salgado Filho rumo ao Japão

Sartori falou a jornalistas antes de embarcar no Salgado Filho rumo ao Japão


Luiz Chaves/Palácio Piratini/Divulgação/JC
Guilherme Kolling
O governador gaúcho José Ivo Sartori (PMDB) defendeu, antes de embarcar para uma missão ao Japão em busca de investimentos para o Estado, que a população seja ouvida sobre o destino das estatais. Sartori comentou a polêmica sobre o plebiscito para a privatização ou federalização das companhias Estadual de Energia Elétrica (CEEE), de Gás do Rio Grande do Sul (Sulgás) e Riograndense de Mineração (CRM) um pouco antes de embarcar para o Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, nessa sexta-feira (2). Na madrugada deste sábado, o governador e comitiva viajaram ao Japão.
O governo recuou nessa semana da proposta de mudança da constituição estadual retirando a obrigatoriedade de consulta para vender as empresas, que estava em uma PEC protocolada no fim de 2016. Nessa sexta ainda, o presidente da AL, Edegar Pretto (PT) devolveu pedido de Sartori alegando falhas legais e jurídicas na proposta. 
Em breve entrevista a jornalistas que vão acompanhar a missão, na área de embarque do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, Sartori disse:
"Quero deixar bem claro: gostaria que a população do Rio Grande do Sul fosse ouvida em plebiscito sobre a sua estrutura e o Estado como um todo ainda neste ano, porque eu acho que não pode ser sonegado o direito da população se manifestar sobre o futuro do Rio Grande do Sul".
Questionado se a iniciativa de chamar o plebiscito não demorou muito, tendo em vista que o prazo limite para que a consulta ocorra neste ano é 15 de junho - data em que a Assembleia Legislativa tem que ter aprovado o projeto -, Sartori negou. 
"Não, fomos pacienciosos demais. Encaminhamos isso em novembro do ano passado para a Assembleia Legislativa, democraticamente. Seguimos todas as condições possíveis. Esperávamos que nos dessem a mesma possibilidade da Cesa (o Parlamento aprovou a venda sem a necessidade de plebiscito). Como a Assembleia decidiu que não devia fazer isso, retiramos o projeto de lei e adotamos a medida de que o plebiscito pode ser feito neste ano", descreveu o governador. 
Para reforçar a defesa da consulta, Sartori concluiu: "Se (o plebiscito) não for feito neste ano, causará ainda mais prejuízos ao Estado e à população do Rio Grande do Sul".
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