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Porto Alegre, quinta-feira, 22 de junho de 2017. Atualizado às 23h52.

Jornal do Comércio

Internacional

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oriente médio

Notícia da edição impressa de 23/06/2017. Alterada em 22/06 às 20h19min

Iraque acusa o EI de destruir mesquita histórica

Icônico minarete inclinado de Mossul foi colocado abaixo por extremistas

Icônico minarete inclinado de Mossul foi colocado abaixo por extremistas


MOHAMED EL-SHAED/MOHAMED EL-SHAED/AFP/JC
O grupo extremista Estado Islâmico (EI) destruiu a mesquita al-Nuri de Mossul e seu icônico minarete inclinado, conhecido como al-Hadba. Os combatentes detonaram explosivos dentro das estruturas da histórica construção na noite de terça-feira, segundo informou o Ministério da Defesa iraquiano.
A edificação, que também era conhecida como a Grande Mesquita de Mossul, foi o lugar onde o líder do EI, Abu Bakr al-Baghdadi, declarou o chamado califado islâmico em 2014. Em uma declaração publicada em um dos seus sites de propaganda, o grupo afirmou que a coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos destruiu a simbólica mesquita em um bombardeio.
Mas um porta-voz da coalizão, o ex-coronel do Exército dos EUA Ryan Dillon, disse à agência Associated Press que a vigilância aérea da força confirmou que a mesquita foi destruída, mas garantiu que a causa não foi um ataque feito pelos EUA. "Nós não realizamos ataques nesta área naquele momento", afirmou Dillon.
Integrantes do EI já haviam tentado destruir o minarete em julho de 2014. Os militantes alegam que a estrutura contradizia sua interpretação fundamentalista do islamismo, mas os moradores de Mossul se dirigiram, na ocasião, para a área do prédio e formaram uma corrente humana para proteger o templo. O EI demoliu dezenas de sítios históricos e arqueológicos ao redor de Mossul, alegando que eles promoviam a idolatria.
 
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