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Porto Alegre, quinta-feira, 08 de junho de 2017. Atualizado às 00h24.

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Notícia da edição impressa de 08/06/2017. Alterada em 07/06 às 21h09min

Famurs cobra atrasados do Estado para minimizar prejuízos das chuvas

Isabella Sander
A Federação das Associações dos Municípios do Estado (Famurs) está cobrando do Estado repasse de verbas da saúde em atraso para áreas atingidas pelas cheias. O assessor técnico de saúde da entidade, Paulo Azeredo, protocolou ontem ofício na Secretaria Estadual da Saúde solicitando os repasses. "Já são mais de nove meses em atraso, de um acordo que a Famurs fez em 2015, e o Estado não repassa os R$ 12 milhões por mês."
A Comissão Intergestores Bipartite permite usar saldos em atraso para fazer este tipo de gasto, situação que é prevista na Resolução nº 193/2017, publicada em maio, e que atinge valores referentes a 2014, 2015 e 2016. A dívida hoje estaria em R$ 400 milhões. 
Sem receber as verbas, as prefeituras tiveram de usar os saldos livres dos seus recursos próprios para resolver problemas gerados pelas chuvas. "Vivemos uma calamidade, é mais do que justo que o Estado auxilie as prefeituras neste momento", reforça Azeredo.

Mau tempo continua hoje

A Defesa Civil emitiu um alerta para hoje, quando há previsão de pancadas intensas de chuva em todo o Estado. O número de cidades em situação de emergência devido aos temporais da última semana continua a subir e chegou ontem a 56.
Hoje, uma intensa massa de ar frio deverá chegar ao território gaúcho, provocando queda acentuada das temperaturas, ventania e instabilidade. Há áreas alagadas em 126 municípios atingidos pelas enchentes. Pontos do rio Uruguai ainda estão acima do nível de alerta.
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A Comissão Intergestores Bipartite permite usar saldos em atraso para fazer este tipo de gasto, situação que é prevista na Resolução nº 193/2017, publicada em maio, e que atinge valores referentes a 2014, 2015 e 2016. A dívida hoje estaria em R$ 400 milhões. 
Sem receber as verbas, as prefeituras tiveram de usar os saldos livres dos seus recursos próprios para resolver problemas gerados pelas chuvas. "Vivemos uma calamidade, é mais do que justo que o Estado auxilie as prefeituras neste momento", reforça Azeredo.

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