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Porto Alegre, quinta-feira, 08 de junho de 2017. Atualizado às 23h32.

Jornal do Comércio

Esportes

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Seleção Brasileira

Notícia da edição impressa de 09/06/2017. Alterada em 08/06 às 21h56min

Brasil pega a Argentina de Sampaoli

Equipe de Tite terá pela frente o estilo moderno de Jorge Sampaoli

Equipe de Tite terá pela frente o estilo moderno de Jorge Sampaoli


SAEED KHAN/SAEED KHAN/AFP/JC
São sete meses desde o último encontro entre Brasil e Argentina, no Mineirão. E o jogo desta sexta-feira, às 7h05min, apresentará um cenário totalmente diferente. Mudam os times, as necessidades, os projetos. E os rivais diferem entre si até na forma de enxergar este reencontro. Do lado argentino, a novidade fica por conta da estreia de Jorge Sampaoli no comando técnico. A TV Brasil transmite o amistoso.
Naquele 10 de novembro de 2016, os 3 a 0 aplicados pela seleção canarinho consolidavam a reação do time sob o comando de Tite. E afundavam os argentinos na crise. Estavam plantadas as sementes para formar o panorama do jogo desta sexta-feira, em Melbourrne.
Deverão começar o jogo apenas 11 dos 22 que atuaram como titulares das duas equipes no Mineirão. O Brasil, já classificado para a Copa do Mundo de 2018, livre da urgência de formar um time e somar pontos nas eliminatórias, dedica-se a observar jogadores, criar alternativas em seu elenco e, fundamentalmente, preservar as pernas de alguns de seus principais astros durante o último período de férias para os atletas de clubes europeus antes do Mundial.
O treinador vai manter cinco nomes do time que iniciou o jogo no Mineirão: Fernandinho, Paulinho, Renato Augusto, Philippe Coutinho e Gabriel Jesus. Thiago Silva, na zaga, é dos jogadores cuja atuação despertará mais curiosidade. Willian, provavelmente pela esquerda, ganhará chance importante após perder a posição para Coutinho. E Jesus volta depois de recuperar de lesão.
A Argentina não tem tempo a perder. Após a demissão de Edgardo Bauza, precisa superar o vazio de ideias em que se transformara, encontrar um time que permita a Messi e a protagonistas de luxo, como Dybala, se expressarem e implantar o estilo de jogo de seu novo treinador Sampaoli. Em relação a novembro, estão mantidos Romero, Otamendi, Biglia, Messi, Higuaín e Di María.
Mais do que um esquema, a expectativa é ver traços da assinatura de Sampaoli, um estilo contrastante com o de Bauza. Sai um técnico conservador, que apostava na segurança defensiva e no contragolpe rápido, mas que jamais exibira um time minimamente coletivo. Sampaoli é adepto da condição de protagonista dos jogos. Deverá optar por zagueiros mais técnicos, que construam o jogo desde a defesa. Quer um time agrupado, que pressione o rival pela bola e tente jogar no campo adversário.
 
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