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Porto Alegre, terça-feira, 27 de junho de 2017. Atualizado às 22h36.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 28/06/2017. Alterada em 27/06 às 21h25min

Ibovespa cai 0,82% com desconforto diante de crise

O mercado de ações dividiu as atenções entre as influências externas e os embaraços da crise política interna ontem. A denúncia contra o presidente Michel Temer feita ontem pela Procuradoria-Geral da República (PGR) foi o principal assunto do dia e, apesar de já ser mais que esperada, reforçou o desconforto do mercado diante da falta de previsibilidade do cenário doméstico.
Pela manhã, o Índice Bovespa chegou a subir 0,38%, apoiado no bom desempenho das commodities e na justificativa de que a denúncia do procurador-geral Rodrigo Janot já estava precificada. Mas o fôlego foi curto e a tendência de baixa se consolidou no início da tarde. O indicador chegou a cair 0,98% na mínima do dia, logo no início do pronunciamento de Temer. Ao final dos negócios, o desacelerou o ritmo e fechou em baixa de 0,82%, aos 61.675 pontos.
O risco político foi mais evidente no desempenho de ações de controle estatal. As ações da Petrobras, por exemplo, não conseguiram acompanhar a alta dos preços do petróleo no mercado internacional e fecharam com perdas de 0,76% (ON) e 0,49% (PN). Banco do Brasil ON foi além, com perda de 3,23%. Eletrobras PNB, por sua vez, caiu 1,64%.
A queda do Ibovespa foi em parte amortecida pelo bom desempenho das ações da Vale. Os papéis tiveram alta de 1,64% (ON) e 1,83% (PNA), influenciados pela forte alta do minério de ferro na China. Com isso, subiram também CSN ON ( 5,67%) e Bradespar PN, acionista da Vale ( 3,07%), as duas maiores altas do Ibovespa.
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